12 de agosto de 2012

Chuva de Meteoros


Neste domingo aconteceu uma chuva de meteoros, vista na Espanha.

E o que uma chuva de meteoros nos lembra?



À mim, lembra que Clark Kent chegou à Terra em uma chuva dessas. Infelizmente, sendo o último da sua raça disponível, não teremos mais a oportunidade de deslumbrar esse encontro extraterrestre.

Porém, vários Homens de Aço perambulam entre nós.
O mais significativo dessa espécie é o imortal Christopher Reeve (in memorian). Na minha opinião, Reeve é o melhor que esteve entre nós; depois dele, uma nova raça surgiu: os metrossexuais - que, realmente, vieram de outro mundo e vivem entre nós.

Cheios de roupas especiais e rostos estilo Ken, nenhum deles iguala a beleza natural do sr. Reeve e sua espantosa essência natural.
Agora, tudo o que temos são fakes de alguém que existiu - uma tentativa de melhorar o perfeito que beira o anormal.
Homem com músculos, sim - mas todos bem naturais e espontâneos. O resto é mimimi e  brinquedo de menina.


Depois do Superman, outros que chegam com as chuvas de meteoros são os anjos da série Supernatural.
É só lembrar de Anna Milton, na quarta temporada, que foi caçada viva pelo Demônios e jurada de morte pelos Anjos. Toda a raiva angelical estava focada no fato da moça querer ser humana e experimentar a beleza e decadência da raça humana. Cada louco com sua mania. Porém, como defensora da minha raça e cristã, não condeno a aspirante à  humana, pois, somos uma raça privilegiada. No conceito cristão evangélico, enquanto os anjos, uma vez rebelados, tem a condenação eterna; nós, seres humanos, temos a remissão dos pecados através da aceitação do sacrifício vicário de Cristo.

Bom, à respeito de Anna Milton, mulheres, quem não gostaria de estar na pele dessa anja rebelde!?

Ok, falo, agora, sobre a chuva de meteoros que aconteceu no sul da Espanha.
Achei a reportagem na Globo.com . Lê-se o seguinte:

Uma chuva de meteoros foi observada na madrugada deste domingo (12) na reserva natural El Torcal, localizada na cidade de Antequera, no sul da Espanha.
O fenômeno, chamado de Perseidas – porque fica na constelação de Perseu, no Hemisfério Norte –, pode ser visto sempre em agosto, quando a Terra cruza o cometa Swift-Tuttle e "varre" os pedaços deixados por ele.

A Lua atrapalhou um pouco a visualização, pois a Terra está na fase minguante e apenas os meteoros mais brilhantes se tornam evidentes. Além disso, como a constelação de Perseu está muito ao norte, fica mais fácil observá-la da Europa, por exemplo.
A chuva atingiu seu ponto máximo neste domingo, mas ainda na madrugada desta segunda (13) será possível ver alguma coisa.


Ah! Que saudade das minhas leituras sobre Mitologia Grega e Romana! Preciso mudar isso.

Vanitas Vanitatum

9 de agosto de 2012

A Filha do Reverendo..


O primeiro contato que tive com uma obra de George Orwel foi com A Revolução dos Bichos. Acho que foi por volta de 2004 - 2005. Achei fascinante a forma irônica como ele tratou a política e o final foi magnífico. Logo depois, decidi ler A Filha do Reverendo. Não concluí a leitura na época.
Pouco menos de um mês atrás, lembrei dessa leitura inacabada e resolvi adquirir o livro e finalizá-la!

Na década de 1930, Dorothy Hare é uma solteirona de 28 anos que tem sua vida atrelada à do pai, que é reverendo anglicano em uma cidade pequena na Inglaterra.
Despida de qualquer vontade ou vaidade, Dorothy administra o ministério do pai: fazendo visitas aos paroquianos e adquirindo fundos financeiros para a igreja que está velha; administra as finanças precárias em sua casa: seu pai é soberbo para aceitar a situação atual da família e faz aplicações falidas com o pouco dinheiro que lhes resta.
As dívidas com os credores aumentam a cada refeição, a urgência em ajudar grupos da escola, coral e familiar suga metade do tempo da moça. As lamentações paroquias surgem a cada pedalada que a filha do reverendo faz com seu único meio de locomoção: a bicicleta.
As investidas do solteirão libertino - e, infelizmente, único amigo com quem ela realmente tem a oportunidade de conversar - a enojam a cada encontro.

Em meio a tudo que lhe suga as horas, Dorothy tem a sua espiritualidade minguada.

Por mais que tente ajudar os outros, pouco, ou quase nenhum, reconhecimento lhe é dirigido.

Então, seu corpo lhe dá um basta e sua vida é radicalmente transformada. Porém, tudo ficou pior. Sem memória, a filha do reverendo vagou por ruas desconhecidas e trabalhou não morrer de fome. Desacreditada por todos de sua cidade, ficara a merce da sorte e si mesma.

Espiritualidade, sexo e Freud estão presentes nesta maravilhosa história que tem muito a ensinar a cada um que se dispor em lê-la.


Terminei, ontem, de ler essa obra de George Orwell. Agradeço às publicadoras por não seguirem o pedido do escritor para não publicarem esse livro após a sua morte!


Vanitas Vanitatum!

Filho do Dragão ..



Hoje, começo a ler Drácula, o Morto Vivo. E, só de ler a carta escrita por Mina Harker ao seu filho Quincey, fiquei com vontade de ler o original Drácula, de Bram Stoker.

Drácula, o Morto Vivo é a sequência do livro de Bram Stoker, escrito por seu sobrinho-bisneto Drake Stoker e Ian Holt.

Se gosto dessa temática? Adoro! Mas, vampiro, para mim, tem que ser daqueles tradicionais, que não curtem luz do sol, crucifixos, água benta e tal. No máximo, curto os vampiros da série Sobrenatural.
Confesso, já tive minha fase Crepúsculo, mas deu no saco esses vampiros purpurinados e sociais - cheios de boas intenções etc. Vampiro é mau e ponto; o resto é mimimi.

Espero que eu goste do livro do sobrinho tanto quanto fiquei encantada com o tio.

Procurei na net alguma informação sobre o tema, e encontrei: está logo abaixo.
Como não tenho tempo para pesquisas e tals, vou confiar na que achei por essas bandas da internet.
Esperem que gostem. Eu adorei.

Em 1897 o escritor irlandês Bram Stoker publicou seu romance de terror chamado Drácula. O romance poderia ter sido um dos muitos do gênero que caíram em total esquecimento com o passar do tempo, contudo o sucesso deste romance, de fôlego inesgotável, garantiu-lhe uma parcela no gênero do terror jamais igualada. O romance de Stoker, quando não se apoiou em fatos históricos e geográficos de máximo impacto, o fez em lendas e superstições que ainda hoje influenciam o modo de pensar da população de diversos países nos quatro cantos de nosso planeta. Garantindo, assim, um sucesso histórico e de atualidades que não parece ter data para ser superado.
A trama possui três personagens centrais: o protagonista que narra a estória (parte em anotações de um diário) Jonathan Harker; sua noiva, Mina e o excêntrico e misterioso Conde Drácula. Este, um vampiro que vive na obscura e mística Transilvânia. Drácula acredita que a jovem Mina é a reencarnação de sua noiva e para seduzi-la, atrai Jonathan ao seu castelo de forma a separá-los enquanto desenvolve seu plano de trazer Mina para seu mundo das trevas.
Como é notório, Drácula era um vampiro que necessitava de sangue para se alimentar e tinha poderes de se transformar em morcego e voar, bem como em lobo, com extrema força e ferocidade. Estas características correspondem em quase sua totalidade às lendas e mitos existentes na Transilvânia, Valáquia e outros países próximos, daí o fato de Stoker localizar seu enredo na Europa Oriental.
Bram Stoker nunca esteve na Transilvânia (Romênia), contudo realizou detalhado estudo sobre os costumes, mitos e geografia da Europa Oriental no Museu Britânco. Tendo contato com a idéia de que para matar um ser “não-vivo” era necessário transpassar seu coração com uma estaca, não deve ter tido muita dificuldade em correlacionar o fato com o hábito de Vladslav III de empalar seus inimigos. Aguçando, assim sua criatividade. 
VLADSLAV III
A principal inspiração de Bram Stoker foi uma personagem real da história da Romênia, o soberano de uma das três nações que formaram aquele Estado, a Valáquia. Trata-se de Vladslav III, ou simplesmente Vlad, o Empalador ou, ainda, Drácula. Seu principal governo, entre 1452 e 1462, foi marcado por extrema violência e crueldade no momento de punir seus inimigos. Consta que o codinome Empalador foi devido ao fato de nestes dez anos ter mandado empalar cerca de 100.000 pessoas, na maioria invasores turcos. No entanto, a pena era aplicada para crimes comuns da população da Valáquia. Há registro de Vlad ter mandado empalar 20.000 turcos de uma só vez durante uma das invasões da Valáquia. O processo de empalação era por demais cruel e tinha como objetivo causar terror aos seus inimigos, fazendo-os hesitar em combatê-lo. A vítima era transpassada, ainda viva, por uma longa estaca de madeira que, após ser inserida no ânus, deveria percorrer todo o corpo até próximo a cabeça. Em seguida a estaca era levantada, deixando o infeliz condenado, agonizando ou morto, suspenso até que os tecidos de seu corpo não mais pudessem sustentar seu peso, quando, então, descia pela estaca até atingir o chão novamente.
Com relação aos assuntos diplomáticos, possuía um "tato" todo especial; certa vez mandou que pregassem uma de suas chinelas no crânio do embaixador turco e o enviou numa padiola de volta à Turquia, para expressar seu desprezo por aquele país.
Outra maneira de expressar seu desprezo pelos turcos era banquetear-se ao ar livre enquanto seus inimigos derrotados eram empalados diante de sua ceia. Atos como este lhe garantiram a terrível fama de cruel, sanguinário e sádico. São inúmeros os relatos de crueldade e de aplicação da pena capital por qualquer motivo fútil, no entanto afirma-se que durante o seu reinado o povo era extremamente honesto, praticamente inexistindo crimes entre a população. O que não surpreende, pois roubar uma galinha e correr o risco de ser empalado vivo não parece muito sensato.
O codinome Drácula herdara de seu pai Vlad II e existem algumas teorias para a origem deste codinome. A primeira e mais aceita pelos historiadores é que Vlad II (seu pai) teria sido sagrado como Cavaleiro da Ordem do Dragão pelo Imperador Romano Sigmundo de Luxemburgo, no ano de 1431. Daí este soberano da Valáquia utilizar o símbolo do dragão em suas moedas. A palavra “Drac” significa dragão, somando-se o artigo definido “ul”, Dracul, ou “O Dragão”. O acréscimo da partícula final “a” significa “filho de”, portanto, Drácula, Filho do Dragão.
Este termo facilmente se popularizou para definir Vlad III, pois o dragão é o símbolo do Diabo, a palavra Drac em moldávio tanto tem o significado de dragão quanto de Diabo. Portanto, para o povo e, principalmente para os turcos, Drácula era o Filho do Diabo.
LENDA SOBRE VAMPIRO
A origem da lenda sobre vampiros se perde na história e nas tradições orais. Na Epopéia de Gilgamesh (2000 a.c), mitologia sumeriana, aparece a figura de Lilith, uma prostituta vampírica. Esta personagem passou aos hebreus no período de sua escravidão pelos sumérios. O Talmude (principal texto judaico) a descreve como primeira mulher de Adão.
Na Índia, uma das mais importantes divindades de sua mitologia, Kali, era conhecida entre outras coisas por sua sede de sangue humano.
Na antiguidade grega existe o relato de Lamia, segundo mitologia ela era a rainha da Libia e teve vários filhos com Zeus. Para se vingar, Hera, mulher de Zeus, matou todos os filhos da traidora e privou-a de fechar os olhos para que pudesse ver seus filhos mortos. Zeus apiedou-se dela e permitiu que pudesse retirar os olhos quando quisesse. Não podendo se vingar de Hera, Lamia passou a habitar em uma caverna, matar e se alimentar da carne e sangue dos filhos das mulheres humanas.
As estórias de vampiros migraram do Oriente para o Ocidente, junto com a rota da seda e encontraram terreno muito fértil nos Cárpatos, especialmente na Transilvânia e Valáquia, onde assumiu alguns nomes locais , tais como vurcuac e wanpyr. Nesta região as estórias de vampiros se multiplicaram dando diversas características próprias que subsistem nos mitos até nossos dias. Duas crenças nascidas na Europa Oriental marcam este personagem fantástico. A primeira é o fato de um espírito do mal poder se apoderar de um cadáver e utilizá-lo para seus desígnios malévolos; segundo que uma alma excluída, pelos seus crimes, do reino dos mortos, pode voltar a habitar seu próprio corpo, na forma de um vampiro.
A mitologia do vampiro é extremamente pormenorizada, com muitos detalhes que variam de região para região. Na Transilvânia (parte da atual Romênia), o vampiro possui características facilmente reconhecíveis, tais como a pele extremamente empalidecida, lábios vermelhos e grossos, caninos proeminentes e pontiagudos, unhas longas como garras e mãos peludas. Completa a figura, uma dieta de sangue, hálito ruim e uma força sobre-humana.
As características dos vampiros variam segundo a mitologia de cada região. Por exemplo, na Bulgária eles possuíam apenas uma narina; na Rússia, teria sido um bruxo em vida e tem um rosto vermelho; da Albânia usava sapatos de salto alto; no Brasil e em outros países sul-americanos, possui pés felpudos que permite andar sem ser ouvido, é o chupa-cabras.
ERYTHROPOIETIC PROTOPORPHYRIA
Há alguma coisa de científico que, no imaginário popular, pode justificar a existência de vampiros. Durante a Idade Média, o casamento consaguíneo entre nobres era uma prática comum na Europa Oriental. Esta maneira de fechar o círculo da nobreza fez aparecer diversas anomalias genéticas, entre elas está a Protoporfiria. Esta doença foi descrita pela primeira vez por Hipócrates (de Cos), 460 a.c. a 370 a.c., mas foi só no século XIX que o médico Felix Hoppe-Seyler formulou a primeira explicação bioquímica para a doença. As pessoas acometidas deste mal normalmente tinham poucos anos de vida. Suas principais características são a vermelhidão da pele, dentes e olhos, além de um recuo nos lábios superiores e rachaduras sanguinolentas na pele quando exposta ao Sol. No século XVIII acreditava-se que a vida do enfermo poderia ser prolongada mantendo-o recluso e abrigado da luz solar, bem como fornecendo-lhe uma dieta de sangue para compensar as perdas do mesmo. Com estas características não é de se admirar que eles fossem associados com os seres sugadores de sangue de hábitos noturnos, ou seja, vampiros.
O CINEMA
Como todos os romances de sucesso, Drácula foi muito explorado pelo cinema. O tema deu um impulso extraordinário na carreira cinematográfica de Christopher Lee que encenou o tema original de Bram Stoker em 1958 sob o título “Horror of Dracula”. A partir daí encenou diversas variantes do tema em vários filmes até 1978. Sendo mundialmente reconhecido como o Conde Drácula.
Aos apaixonados por clássicos do cinema, recomenda-se uma obra mais recente (1992) “Drácula, loves never dies”, onde Keanu Reever encena o protagonista da narrativa de Bram Stoker, Jonathan Harker e é tido como a obra cinematográfica mais fiel ao romance. Então, leia, assista e divirta-se!

7 de agosto de 2012

O Prometeu Sobrenatural



Como negar a máxima de Antoine-Laurent de Lavoisier que diz:
"Na Natureza nada se perde, nada se cria, tudo se transforma" 

Isso se aplica a quase todo o tipo de situação, e, principalmente a respeito dos programas de televisão.

Assisti, ontem, um episódio da terceira temporada de Sobrenatural: Time is on my side.

Os irmãos Winchester estão a procura de uma "mágica" ou qualquer outra solução para livrar Dean, o mais velho, do pacto que ele fez com um demônio (vide final da segunda temporada). No episódio de ontem, Sam encontra um caso que eles acharam que seu pai (ui), John Winchester, havia terminado. Trata-se do Doutor Benton, um médico que estudou alquimia a fundo para encontrar a fonte da imortalidade (sem a pedra fundamental). Nos seus estudos, doutor Benton percebeu que renovando periodicamente seus órgãos vitais poderia ser imortal. Sam invadiu a casa do médico e roubou seu diário e descobriu que o funesto doutor Benton praticava a pura e simples medicina - bom, mas para ter órgãos "frescos" ele assassinou pessoas.


Realmente, doutor Benton foi duro na queda. Sam o atropelou duas vezes e Dean atirou nele outras tantas e, doutor Benton olhou para o caçador e perguntou:

Qual a parte de "imortal" que você não entendeu?
Impossível de assassiná-lo, os irmãos resolveram trancar o médico dentro de uma caixa e enterrá-lo vivo - já que ele não morreu por bem, passaria a eternidade vivo dentro de seu "caixão". Para não terem demais problemas, Dean e Sam enterraram o diário com médico.

Qualquer pessoa que tenha, pelo menos, ouvido falar em Frankenstein, associou o episódio que mencionei com o livro de Mary Shelley; com a diferença que o médico da série foi a Criatura de si mesmo.
Somente um breve esclarecimento: Frankenstein é o nome do médico - Victor Frankenstein. A sua criação médica é chamada  pela alcunha de Criatura, Monstro, Demônio. Em 1933, com o lançamento do filme, o monstro foi "batizado" de Frankenstein.

O que eu acho fascinante com algumas obras é a simplicidade com que foram criadas. Sem querer obter o estrelado ou sobreviver com a literatura, a sra. Shelley compôs a obra para um sarau de terror  que acontecera no castelo do poeta Lord Byron.
Criada em uma época que a medicina galgava a passos largos, Frankenstein trouxe a tona algumas questões pertinentes ao seu tempo que ainda percorrem o nosso contemporâneo.

Ao ler Frankenstein percebi como a questão criador versus criatura é flagrante. Somos, como humanidade, incapazes - na maioria das vezes - de assumir alguma responsabilidade; ainda mais quando ela não sai da forma que imaginávamos.

A Criatura não era para ser esse Monstro que Frankenstein repudiou após o seu "nascimento".
Outra nota: o criador não gritou "Ele está vivo!". Quando percebeu que a criatura tinha vida, saiu correndo de horror para fugir dela.

A história da Criatura é muito interessante, e, retrata muito  o caráter humano a respeito do que é belo e do que é bom.

Frankenstein foi seguido e perseguido por sua Criatura até os confins da Terra. Estavam ligados, indefinidamente.

Somos nós também, eternamente ligados por ações e criações que façamos.


Vanitas Vanitatum et Omnia Vanitas.

1 de agosto de 2012

Moby Dick..

Desde que li Moby Dick, de Herman Melville, fico sensibilizada quando leio algo sobre baleias.
Estava fuçando a net e encontrei essa reportagem reportagem sobre uma jubarte que foi encontrada, infelizmente, morta, dentro de uma piscina natural na Austrália.

Vanitas Vanitatum!


O  corpo de uma baleia jubarte morta foi parar dentro de uma piscina oceânica em Newport Beach (Sydney, Austrália). Agentes ambientais tiveram que remover parte da cerca da piscina para que a carcaça da baleia, de mais de 11 metros e 30 toneladas, possa flutuar e seguir mais facilmente de volta ao mar com a alta da maré. 

 Acredita-se que a baleia tenha morrido há pelo menos três
dias.
"Era uma grande pilha de geleia. Você não conseguia ver a cabeça e o rabo", disse ao "Sydney Morning Herald" Steve Messenger, que estava visitando a região, que atrai muitos surfistas.





Os Meninos da Rua Paulo - Prefácio

  Olá, abandonado leitor!  Comecei neste final de semana a leitura de "Os Meninos da Rua Paulo". Ainda não cheguei na página 50, a...