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21 de novembro de 2018

Alucinada..



Olá, leitor anônimo!

Depois de terminar de ler Os Maias (leitura sensacional! Eça de Queirós), eu me diverti com Le Petit Nicolas (Sempé/Goscinny) e.. na dúvida em começar a ler a saga de Guerra dos Tronos (G.R.R. Martin), eu comecei a ler As Aventuras de Sherlock Holmes (Arthur Conan Doyle).

Eu já conhecia e li algumas histórias do personagem Sherlock Holmes; e, algumas estão aqui, inclusive: Um Estudo em Vermelho e O Signo dos Quatro e contos avulsos como O Ritual Musgrave, A Liga dos Cabeça Vermelha etc. Em todas as leituras que fiz, não lembro de estar tão animada com as histórias do detetive particular. Domingo de manhã (18nov) eu terminei a leitura de "As Aventuras de Sherlock Holmes" e, imediatamente, levantei da cama, fui até o escritório e tirei da estante "As Memórias de Sherlock Holmes" para deixar na minha cabeceira - e, antes de dormir, li o primeiro conto. Estou tão alucinada que já fico olhando para "O Cão dos Baskerville" com água na boca!! 
Isso me faz lembrar de uma frase da carta que o Capitão Wentworth escreveu: "Só por você penso e faço planos". Explico: no último feriado, ao acordar, percebi que meu marido estava saindo da cama; permaneci quieta e, assim que "ouvi" ele acomodado na sala, peguei o livro e comecei a devorar a leitura. Domingo foi a mesma coisa. Segunda-feira eu enfrentei uma fila de meia hora para embarcar no ônibus só para ter mais tempo para ler. Ontem, ele disse: eu busco você - me espera aí. Perfeito! Mais tempo disponível para ler. Loucura! Acho que Holmes é a minha cocaína (rs).  E, para minha felicidade, ontem eu fechei a coleção da Zahar (edição de luxo) ao comprar "A Volta de Sherlock Holmes". 

Estou lembrando agora que quando minha mãe leu "Um Estudo em Vermelho" ela devorou em seguida "O Signo dos Quatro" e as "As Aventuras de Sherlock Holmes". Ainda estão na casa dela "As Histórias de Sherlcok Holmes" e "O Último Adeus de Sherlock Holmes". 

É isso, leitor! Cada qual com sua loucura! 

23 de junho de 2016

Minha Filosofia..


Desde que li Um Estudo em Vermelho, eu estou com uma ideia fixa: eliminar o superficial.

A primeira coisa que fiz foi passar pelo funil os meus estudos. Fixei minha meta de aprendizagem em duas matérias: Hebraico e Francês {por motivos adversos à minha vontade, tenho somente a língua francesa na minha lista; mas pretendo voltar com os estudos de Hebraico no ano que vem}.
Separei o material {literatura, dicionários e material integrante ao estudo}. Apesar de não estar conseguindo manter o estudo de Hebraico, estou satisfeita com os estudos de língua francesa.
Outrora, eu queria estudar latim, análise sintática da língua portuguesa {realmente amo}, francês, hebraico... Complicado ter tempo para tudo quando ele é mínimo. Então, adotando a filosofia de Sherlock Holmes, eu decidi direcionar meus estudos de maneira que pudesse aproveitar melhor o que estava estudando. 

Agora, foi a vez de mexer no meu perfil no Facebook. 
Algumas vezes, eu decido fazer uma "garimpada" para eliminar o excedente: pessoas que não curtem/comentam/compartilham algumas postagens eu elimino. Se não está lá para interagir comigo, o que está fazendo no meu perfil? 
E, desta vez, eu estou selecionado páginas. Eu já "J'aime" tantas páginas que nem lembrava mais o que eu tinha curtido. Cliquei em "Je n'aime plus" em algumas fan pages que estavam no meu perfil e deixei somente o que me interessa; nada de páginas de piadas, bichinhos, filmes etc.. Eu sei que isso é legal, mas essas páginas suprimem as outras que tem mais conteúdo do meu atual interesse. Quero dizer que não tenho nada contra quem curte esse tipo de página, mas para mim não tem mais graça. Como disse Renato Russo é só "mais do mesmo". 
Além de deixar de seguir fan pages, eu também deixei de seguir algumas pessoas - nada pessoal, mas vou dar mais atenção àqueles que curtem o que escrevo/compartilho. 

No mais, a vida continua {e agora mais solta}! 

Omnia Vanitas.

26 de março de 2016

Sherlock Holmes e a Cocaína..



Ontem à noite eu iniciei minha leitura inédita de O Signo dos Quatro, de sir Arthur Conan Doyle. E, logo na primeira página eu li algo, no mínimo, intrigante. O detetive invetava cocaína para espantar o tédio.
Segue trecho:
– O que é hoje – perguntei –, morfina ou cocaína?
Ele ergueu os olhos languidamente do velho volume com letras góticas que havia aberto.
– É cocaína – disse ele –, uma solução a sete por cento. Você gostaria de provar?
– Não, muito obrigado – respondi bruscamente.
– Minha saúde ainda não se recuperou da campanha do Afeganistão. Não posso me dar ao luxo de forçá-la mais.
Ele sorriu ante a minha veemência.
– Talvez você esteja certo, Watson – disse ele. – Eu suponho que a influência da droga seja fisicamente ruim. Considero, no entanto, que ela é tão extraordinariamente estimulante e esclarecedora para a mente, que o seu efeito secundário é uma questão de pouca importância.
– Mas reflita! – eu disse com veemência. – Avalie o custo disso! O seu cérebro pode, como você diz, estar estimulado e excitado, mas trata-se de um processo patológico e mórbido, que envolve uma alteração dos tecidos cada vez maior e pode deixar no mínimo uma debilidade permanente. Você conhece também a depressão que se segue. Certamente o jogo não vale a pena. Por que você arriscaria, por um mero prazer passageiro,a perda das grandes capacidades com as quais você foi dotado? Lembre que eu não falo somente de um camarada para outro, mas como um médico até certo ponto responsável por sua saúde.

E no final do caso (da conclusão do livro), a conversa sobre cocaína volta:

– (...) Você fez todo o trabalho neste caso. Arranjei uma esposa com ele e Jones abocanhou o mérito; diga-me, o que sobre para você?
– Para mim, disse Sherolock Holmes, ainda resta o frasco de cocaína.

Fiquei curiosa para saber qual a ideologia da droga naquela época; e li que era comum o uso de cocaína, morfina e ópio na Era Vitoriana. Porém, conforme vemos, Watson repreende Sherlock do mesmo modo; pois o uso era medicinal (exceto quando a corte vitoriana recebia várias encomendas de ópio para as reuniões particulares da corte).
Procurei alguns links para fazer download desta obra, e, em uma delas, eu encontrei o trecho acima deletado. 
Não faço apologia às drogas, mas fiquei bem intrigada ao ler uma passagem como esta. Imagino que não colocaram esse atitude de Holmes na série atual - pois tiraram o clássico cachimbo da boca do personagem pois não é politicamente correto.


Omnia Vanitas.

4 de janeiro de 2016

Fim das Férias..



Fim das férias.

Antes de eu colocar a casa em sua ordem cotidiana, dou-me um tempo de escrever neste blog.

Terminada a leitura de Arthur Conan Doyle em seu livro Um Estudo em Vermelho, quero registrar duas coisas. A primeira trata-se de uma curiosidade: o título do livro. Segue a explicação:

Um estudo em vermelho, hein? Por que não poderíamos usar um pouquinho do jargão da arte? O fio vermelho do assassinato corre através da meada incolor da vida, e nosso dever é desemaranhá-lo , isolá-lo, e expor cada centímetro dele.

A outra coisa que pretendo registrar é sobre o cérebro do detetive. Há algo de interessante pois ele, o personagem, não faz questão de saber de tudo, mas saber somente aquilo que lhe é necessário à profissão. Tudo o que for além do que é peculiar à função do detetive estará ocupando um espaço desnecessário. Nas palavras do personagem:

...considero que o cérebro de um homem é originalmente como um pequeno sótão vazio, que temos que encher com os móveis que escolhemos. Um tolo recolhe todo tipo de trastes com que depara, de modo que o conhecimento que lhe poderia ser útil fica atravancado, ou na melhor das hipóteses misturado com muitas outras coisas, de modo que ele tem dificuldade em localizá-lo.

A citação é mediana, mas me atenho somente a esta parte pois ela já exprime a compreensão que quero mencionar.  

Ainda em férias, li meu amado Maugham (como ato óbvio). Seis Novelas e As Três Mulheres de Antibes trazem personagens fantásticos como a mulher que casou com um homem vinte e sete anos mais jovem e, também sobre o carrasco que descobriu que era feliz. 
Maugham tem a facilidade de escrever sobre pessoas tão comuns e fantásticas e, também, sobre princípios tão fortes que nem mesmo o conselho de um pai ou uma guilhotina dirão o contrário.

Fim das férias.

Omnia Vanitas.




23 de dezembro de 2015

Elementar, meu caro Watson..




Enquanto Maugham não chega às minhas mãos, eu me deleito com outras leituras, ao propósito do momento, Arthur Conan Doyle me entretém com seu primeiro romance do detetive Sherlock Holmes: Um Estudo em Vermelho.

E, durante este início de leitura, Holmes chamou minha atenção quando conversava com Watson.

O médico está envolvido pela personalidade diferente do detetive e, durante o primeiro caso juntos, antes de chegarem à cena do crime, o diálogo chama minha atenção. Watson  está intrigado por Holmes não conversar sobre o caso durante a viagem até o local do crime; e, gentilmente, Holmes responde:

- Ainda não temos os dados, respondeu ele. É um erro capital teorizar antes de termos todas as evidências. Distorce o julgamento.

Que belo conselho para ansiosos e fofoqueiros: refreiem o pensamento antes de qualquer ação (inclusive pensar)! Se ainda não se sabe o que se tem em mãos, não julgue a situação ou alguém. Neste mundo ágil de informações prematuras, somos os juízes de falsos fatos.

Portante, use essa lição de Sherlock Holmes: não tome conclusões antes de verificar a cena do crime. ;) 

Omnia Vanitas.

28 de dezembro de 2014

Coronel Fawcett .. o Indiana Jones!


Certa vez, enquanto esperava para ser atendida no salão de uma amiga, me distraí lendo uma revista que tinha por perto. E, vejam só, encontrei uma reportagem muito interessante, pelo menos eu a considero assim. Portanto, chega de blá-blá-blá e segue o texto:

"Para alguns, o coronel inglês Percy Harrison Fawcett foi um grande explorador romântico. Para outros, um ganancioso buscador de riquezas. Há quem diga que não passava de um gringo desastrado que encontrou a morte e 1925, no Mato Grosso,  seguindo a pista de uma quimera: uma cidade perdida construída pelos descendentes dos hipotéticos habitantes de Atlântida. São muitos os boatos que atribuem ao explorador a inspiração do escritor Robert MacGregor para criar as aventuras de Indiana Jones, imortalizado no cinema por Steven Spielberg na pele no ator Harrison Ford.
O explorador também inspirou Sir Arthur Conan Doyle, o "pai" de Sherlock Holmes, especialmente no livro O Mundo Perdido. 
Fotografado com seu cachimbo, botas e bombachas, Fawcett era um homenzarrão cuja vida foi salpicada de aventuras na Ásia e América Latina. Nasceu em 1867, em Torquay, Inglaterra, e foi criado no auge do Império Britânico, canalizando seu caráter forte e arrogante a serviço da conquista de territórios para rainha. Aos 19 anos, alistou-se na Real Artilharia de Sua Majestade. Foi enviado à ilha do Ceilão (atual Sri Lanka) e depois para a África negra, Malta, Hong Kong, Marrocos e Irlanda.
Sua visão do mundo, centrada na suposta superioridade britânica, fez com que descrevesse os outros povos com uma série de preconceitos: sujos, ignorantes e atrasados - embora pudesse ter compaixão pelo índios e raiva dos europeus sem escrúpulos que buscavam fortuna fácil. Em 1906, com 39 anos, o incansável viajante foi convidado pela Sociedade Geográfica Real para demarcar as fronteiras da Bolívia com o Brasil e o Peru. Durante esse período, fez contato com vários grupos indígenas, dos quais recolheu lendas, tradições e muitas histórias fantásticas. Os grandes descobrimentos arqueológicos daqueles tempos, com as tumbas faraônicas do Egito e a cidade perdida de Machu Picchu, aguçaram ainda mais a curiosidade do militar britânico.
Em 1912, deu de cara com um documentos supostamente escrito por bandeirantes no século 18 e traduzido em inglês por outro aventureiro britânico, Richard Burton (...). Era a descrição de uma cidade de pedra abandonada no sertão baiano. Depois, em 1920, realizou uma viagem solitária pela Chapada Diamantina - há quem diga que motivado não só pela vontade de topar com a cidade perdida, mas também pelas minas de ouro e diamantes. Em 1925, ele decidiu, junto com seu filho Jack e um amigo dele, Raleigh Rimell, buscar a tal cidade nas proximidades da Serra do Roncador, no Mato Grosso. Nunca mais foram vistos.
Surgiram milhões de lendas para explicar o sumiço. Houve quem descrevesse o sisudo coronel morando entre os índios. Os místicos da Sociedade Teúrgica do Roncador espalharam a história de  que Fawcett encontrou a cidade misteriosa e foi morar nela: um povoado subterrâneo cujos habitantes possuem poderes paranormais. O jornal inglês The Times ofereceu uma pequena fortuna  para quem encontrasse pistas sobre o militar e expedições de busca se seguiram, sem sucesso.

Em 1951, o sertanista Orlando Villas-Boas arrancou uma confissão dos índios katapalos que parece ter posto fim ao mistério:   um tal Cavucuira, membro da tribo, assassinara os três estrangeiros. Tudo por causa de uma briga por mantimentos e por um rifle. Triste fim para um grande aventureiro". 




Fonte: Super Interessante, Agosto de 2003. Escrito por Pablo Villarrubia Mauso.                

30 de abril de 2014

Compras ..


Alguns livros que comprei em um passeio pela cidade! (rs).

" A Cor Púrpura" de Alice Walker, eu li no início da minha juventude, lá pelos 17-18 anos.

Rachel de Queiróz eu conheço através de “O Memorial de Maria Moura” e “O Quinze”. Então, com ótimas referências como estas, eu adquiri “As Terras Ásperas”.

Sobre Virgínia Woolf, ainda não li nenhuma obra dela, então, para minha estreia, escolhi “Orlando”.

O grandão é um livro de Charles Dickens, “Grandes Esperanças”.

Morris West é meu outro estreante com o seu “O Advogado do Diabo” - que, pelo que entendi, não tem tem nada a ver com o filme estrelado pelo maravilhoso Keanu Reeves.

Escondidinho ali, entre “Orlando” e “As Terras Ásperas”, está um velho conhecido: Sir Arthur Conan Doyle. O livro é “O Gato do Brasil”. Trata-se de um livro de contos - muito interessantes, aliás. Adorei a leitura.

Estas obras foram compradas em 15 de março deste ano.

31 de março de 2014

O Funil de Couro versus A Envenenadora


“...e não há perfume mais grato às minhas narinas que os eflúvios leves e sutis que se desprendem de um livro antigo" (Sir Arthur Conan Doyle)

No domingo que passou, decidi que faria uma “Leitura de Domingo”. Escolhi o livro “O Gato do Brasil e outras histórias de terror e suspense” de Arthur Conan Doyle. E, para minha surpresa, encontrei uma história conhecida, logo no primeiro conto.

“O Funil de Couro” conta a história mística de um inglês chamado Lionel Drace, experimentado em ocultismo e demais artes negras. Segundo o narrador, Drace não permitia que seus amigos ingleses soubessem desta sua inclinação e, aos amigos franceses permitia que conhecessem “seus piores excessos”.
Aconteceu de o narrador-personagem pernoitar na casa deste misterioso amigo. Sem muitos cômodos disponíveis, ou, para melhor relatar, nenhum quarto disponível além do próprio, Drace acomodou o amigo em sofá na sua sala de livros. Esta sala era, de maneira incrível, composta de objetos e livros antigos – cada qual com sua história particular. Porém, um dos objetos não possuía uma história sua para “contar”. Então, o dono da casa propôs algo ao visitante para impressioná-lo: ele acredita que ao dormir com um objeto ao lado é possível que, para aqueles que possuem a sensibilidade, sonhar com algo real que aconteceu com tal peça.
Sem querer demonstrar um interesse real sobre a proposta, o narrador-personagem decidiu passar por esta experiência.

Logo que o seu anfitrião o deixou, depois de fumar seu cigarro, o hóspede deitou em seu sofá e dormiu. E sonhou o sonho místico que o remeteu à desconhecida peça.

E o sonho do narrador-personagem foi que chamou minha atenção. Na verdade, foi a revelação feita por Drace que me fez lembrar outra história que li, no final do ano passado, da autoria de Alexandre Dumas.

Primeiro, a revelação feita pelo místico personagem:

“A prisioneira foi levada perante as Grand Chambres e Tournelles do Parlamento, reunidos com corte de justiça, acusada de ter assassinado M. Dreux d’Aubray, seu pai, e seus dois irmãs MM. d’Aubray, um deles, lugar-tenente civil, o outro, conselheiro do Parlamento. Vendo-a em pessoa, era difícil acreditar que ela tivesse realmente cometido esses atos perversos, pois era de aparência frágil e estatura pequena, tinha a pele clara e os olhos azuis. Ainda assim o tribunal, julgando-a culpada, condenou-a à inquirição ordinária e à extraordinária para forçá-la a apontar os seu cúmplices, após o que ela seria conduzida em carreta à Place de Grève para lá ser decapitada, devendo em seguida o corpo ser queimado e as suas cinzas espalhadas ao vento.
A data deste assentamento é 16 de julho de 1676” (p. 15).

Logo que o nome da acusada foi revelado eu percebi que a conhecia. Tratava-se de “A Marquesa Envenenadora”, minha leitura de dezembro de dois mil e treze.
Na página seguinte, quase na conclusão do conto, minha certeza:

“O que acabo de ler-lhe – disse Drace – é o registro oficial do julgamento de Marie Madeleine d’Aubray, Marquesa de Brinvilliers, uma das mais célebres envenenadoras e assassinas de todos os tempos”.

Eu fico maravilhada quando encontro uma história escrita por dois escritores tão renomados quanto Alexandre Dumas e Arthur Conan Doyle – tendo um autor complementando a história do outro.

“Lembrei-me também de que a bravura do seu fim fizera algo por redimir o horror da sua vida, e de que Paris em peso se apiedara dela em seus últimos momentos e a bendissera como uma mártir dias depois de tê-la amaldiçoado como assassina”. (Arthur Conan Doyle, p.16).

“Amanhã – disse a senhora Sevigné – hão de procurar as cinzas da senhora de Brinvilliers, porque o povo a julgará uma santa” (Alexandre Dumas, p.135).

Alexandre Dumas chama sua história de “relato histórico” e, Arthur Conan Doyle descreverá como “terror e suspense”.

“Ah! Que abençoada alívio sentir-me de volta ao século dezenove – sair do subterrâneo medieval para um mundo em que os homens tinha no peito corações humanos” (Arthur Conan Doyle, p. 13).

Omnia Vanitas 

28 de fevereiro de 2014

Elementar, meu caro Watson..

Ontem, fui com minha irmã ao shopping, apenas com o propósito de fazer um lanche e comprar plástico adesivo para alguns livros. Que tolice é entrar em uma livraria e achar que sairei intocada! (rs).

Comprei três livros, todos de Arthur Conan Doyle.


Capa da edição que comprei!
O primeiro foi "As Aventuras de Sherlock Holmes". Sem dúvida seria apenas este, mas coisas estranhas acontecem! ..

Uma pequena sinopse deste livro:
O primeiro volume da famosa série Sherlock Holmes - Edição comentada chega agora em versão bolso de luxo. Isso quer dizer: preço reduzido e tratamento especial, digno do detetive mais famoso da história da literatura policial, com capa dura e 50 ilustrações originais de Sidney Paget.

O volume reúne os doze primeiros contos de Holmes, publicados originalmente entre julho de 1891 e junho de 1892 na revista britânica Strand Magazine. Entre estes estão as histórias mais conhecidas do mestre de Baker Street, como "A Liga dos Cabeças Vermelhas", "Escândalo na Boêmia" e "A banda malhada".

Depois, na mesma bancada, estava "Um Estudo em Vermelho".

Capa da edição que comprei!

Um estudo em vermelho é uma espécie de livro do Gênesis para os casos de Sherlock Holmes. Ele marca a primeira aparição pública do detetive mais popular da literatura universal e também o primeiro encontro entre Holmes e Watson. Os dois homens decidem dividir um apartamento, e Watson descobre que seu novo amigo tem uma ocupação pouco ortodoxa - é o único detetive consultor do mundo. Em pouco tempo, Watson se vê envolvido numa história sinistra de vingança e assassinato.



Como eu já havia me apaixonado por "As Aventuras..", decidi levar o "...Vermelho".

Daí virou bagunça, como só faltaria um para completar a edição da Zahar, comprei o que estava faltando:
"O Cão dos Baskerville".

Capa da Edição que comprei!


Conhecido como um dos primeiros best-sellers do século XX e considerado o melhor romance policial já escrito, O cão dos Baskerville arrebata o leitor com seu enredo de horror gótico, um clima de ameaça constante, estranhas pistas e inúmeros suspeitos. Baseado em lendas locais sobre cães negros e fantasmas vingativos, esse é mais um caso brilhante do imbatível detetive de Baker Street.



Bom, é isso aí.. Agora é esperar a fatura do cartão chegar! (rs).

Omnia Vanitas 

Os Meninos da Rua Paulo - Prefácio

  Olá, abandonado leitor!  Comecei neste final de semana a leitura de "Os Meninos da Rua Paulo". Ainda não cheguei na página 50, a...