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25 de setembro de 2018

Determinação ..


Olá, determinado leitor! 

Como já mencionei em outra publicação, eu voltei a tricotar ! E, estou amando esta prática de brincar com agulhas. Já fiz alguns trabalhos muito bacanas; e,  no momento, estou devendo um par de sapatinhos de bebê a uma amiga e uma surpresa para outra (muita gente grávida rs).

Tricotando para muitos, pouco fiz para mim. 
Na verdade, confeccionei um casaco que não me agradou no resultado:

- primeiro, errei na largura das mangas,
- ficou um pouco "desengonçada" ao vestir.

Desmanchei tudo. E, comecei com um modelo sem receita que achei na internet (modelo abaixo):

E, hoje, ao visitar a página da pessoa, vi a postagem com o sweater pronto. Fiquei mais apaixonada ainda pela peça. 

Para mim, que sou amadora, é difícil tirar uma receita "no olho".  Fucei a internet atrás desse modelo: Robin sweater Helga Isager Birds. 
Eu cheguei a encontrar a receita - em sueco. Infelizmente, não sei sueco e ao google translate não elucidou a receita como desejo.

Busquei mais informações aleatórias, fotos que pudessem auxiliar na confecção desta peça e...voilà! Achei uma página (em inglês) de uma moça que fez este trabalho e explicou um pouco da dificuldade em tricotar a peça. Achei uma peça que foi um norte para a dúvida que eu tinha sobra as mangas (vide foto). 

Deixe-me explicar a minha ótica sobre a blusa do Tumblr (azul): eu busquei várias fotos na página Making Uselles Things sobre a confecção do sweater. Nesta busca, achei uma manga avulsa. E foi esta manga que confundiu minha cabeça pois eu achava que os pontos da manga eram retirados da borda das partes centrais (frente e costas). Foi nesta questão que o blog From de Purl Side ilustrou o que achava que deveria ser: a manga é tricotada com os pontos laterais das duas peças centrais. E mais... as duas peças (frente e costas) são tricotadas juntas para criar a manga. 
Vou precisar de uma agulha maior (rs).

Por enquanto, depois de desmanchar mais de quatro trabalho desde o fim do primeiro casaco, estou somente com esse "pedacinho" que aparece na primeira foto. É pequeno mas, ao terminar, será uma linda peça que me realizará como "tricoteira". 

Contas, desenhos, motivos de trico.. tudo friamente calculado. Chegarei ao fim deste trabalho - mesmo que leve todo o verão! 

25 de agosto de 2018

Paixão redescoberta ..


Olá, leitor .. 

Eu redescobri uma paixão antiga: tricotar! 

Quando eu era adolescente e desfrutava de todas as emoções dos treze anos, minha mãe decidiu colocar em prática minha habilidade de tricotar. 
Eu não lembro exatamente como, mas eu acabei em aulas de trico com minha amiga SKD. Lembro das nossas caminhadas até o final do bairro em direção às aulas de tricô com a dona Laura. 

Eu aprendi a tricotar com a mãe de uma amiga (CM). E, como já escrevi, não sei como fui parar nas aulas da dona Laura. 
A mãe dessa amiga tricotava casacos e mais casacos de lã e, para nos distrair, minha amiga e eu pegávamos as agulhas sobressalentes para "brincar" de tricotar. 

Foi nas aulas da dona Laura eu que aprendi a usar de forma correta as agulhas, a formar pontos, fazer cavas de casacos e blusas, barras, acrescentar ou diminuir pontos e tudo o mais que esta arte tem em si. 
Nessa época, eu lembro de ter confeccionado um casaco para mim (roxa com duas listras brancas no ventre) e um casaco infantil (que se tornou um presente para minha sobrinha mais velha).

As aulas de tricô tinham várias alunas - em sua maioria já adultas; somente SKD e eu éramos as adolescentes. Se minha memória não falha, CM também chegou a participar de algumas aulas mas, despois, desistiu. Destas aulas eu lembro de algumas situações específicas: os bolos para o café da tarde, do dia que me tranquei no galinheiro para não tomar remédio (rs) e das idas de uma das alunas ao dentista - ela sempre ia usando um batom vermelho e nós ríamos desta situação.

Mas o tempo passou, a adolescência tornou-se mais viva e as agulhas ficaram de lado. 

Durante algum tempo confeccionei alguns cachecóis e, tentei, uma luva com dedão; sendo este último um fracasso.

Porém, em Maio deste ano, eu decidi colocar as agulhas "em movimento". Assisti um vídeo sobre como fazer uma touca simples e... consegui. Sentindo-me animada novamente, comprei mais alguns novelos, aceitei várias encomendas de familiares e tricotei meias, mantas, toucas, luvas .. E ainda estou apaixonada por tudo. Busquei na casa da minha as agulhas e novelos que havia deixado para trás e agora, tenho uma bolsa só para carregar meus trabalhos em andamento e uma cesta de vime com os novelos que sobraram dos trabalhos que fiz. 
Com toda a minha animação eu descobri algumas coisas: o material é caro e o tempo é curto para querer fazer tudo o que eu quero.
Atualmente, estou fazendo uma malha leve, um cachecol (com a inscrição do Um Anel) e um par de luvas (com motivo Coruja). 
Alguns desafios foram vencidos: conseguir fazer uma touca, uma luva com um dedão perfeito e pontos vazados, aprender a costurar com agulha de tapeçaria - como sofri para aprender isso!
E, um desafio não foi vencido ainda: conseguir tricotar uma meia com dedão separado. Quem sabe, com mais prática e confiança eu saiba terminar este trabalho com louvor.

Vou deixar alguns links dos trabalhos que já fiz:

- Meias 
- Cachecol com motivo Senhor dos Anéis (ainda em produção)...

Eu estou amando todo este trabalho e pretendo fazer outras confecções e desafiar outras mais. 


P.S.: não confunda tricô com crochê 😉

Os Meninos da Rua Paulo - Prefácio

  Olá, abandonado leitor!  Comecei neste final de semana a leitura de "Os Meninos da Rua Paulo". Ainda não cheguei na página 50, a...