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20 de agosto de 2015

Experiência ...



Bem que o meu horóscopo me avisou que este mês eu estaria introspectiva. Olha aí, leitor, introspectei

Estava trabalhando hoje pela manhã e pensei: vou dar um tempo nesse blog! Excluir não pois gostei de  tudo o que escrevi, cada devaneio me agrada.

Então, decidi fazer uma experiência. Há tempos eu pensava nisso e, agora, quero colocar em "obra". Vou comprar um caderninho e ficar escrevendo todos as loucuras literárias, musicais, televisivas e fofocas em geral, em um caderno simples de estudante. Vantagem? Descreverei: uma das vantagens é que o caderninho poderá sempre estar comigo - aqui no blog eu preciso para e sentar em frente ao PC/Tablet/Notebook para começar a escrever. Com o meu caderninho em mãos, na hora que a ideia surgir.. BOOM! é só sacar o lápis da bolsa e começar a rabiscar o devaneio no papel (em qualquer tempo ou lugar). 

Acho que é isso! Então, amigos leitores anônimos, eu não vou descartar a possibilidade de voltar a escrever nesta página, mas, atualmente, eu quero experimentar um novo horizonte, ok!
E, se por acaso, você me encontrar na rua e quiser saber sobre o que estou lendo....oferecerei-lhe o meu tímido caderninho para você passar a pestana por cima!

Omnia Vanitas.

10 de abril de 2015

À Moda Antiga

Não temos wi-fi, conversem ENTRE SI!


Eu gosto da internet! Sem ela, minhas publicações neste blog e outros não seria possível.
Gosto dessa ideia de aproximar pessoas quando parece que estou isolada do mundo: gosto de chats, papos descontraídos com pessoas que estão do outro lado do mundo - que eu nunca conheceria se não fosse a internet.
Gosto da conversa imediata, da troca de informações e conhecimento na velocidade da luz (que sonho, hein - vamos torcer por uma conexão assim ;) ).

Mas preciso confessar que, há algum tempo, algo vem me irritando. 

Estou reunida com amigos e, de repente, todos se desligam e viram zumbis olhando para a tela de um celular. Todos off line enquanto eu estou totalmente on para eles. Seja em bares ou reuniões íntimas: a droga da internet me substitui. Então, a minha pessoa que está disposta a conversar e rir já não é mais importante porque um video, um texto, uma imagem é mais importante do que qualquer coisa que eu diga.

Mas eu não vou me dar por vencida! Vou começar a ignorar do meu jeito! Vou me rebelar à forma antiga!
Para qualquer evento que eu esteja, vou levar meu livro! Quando alguém sacar o celular, eu sacarei meu livro! Seja qual for ele: mesmo o volume único da trilogia de Tolkien, O Senhor dos Anéis, seja o volume único de Lewis, As Crônicas de Nárnia ... Seja Dumas com o meu volume de "Capa e Espada" de O Conde de Monte Cristo. Vou ignorar também! Se a minha presença é tão insignificante que precisa ser trocada por uma imagem insignificante... eu me nego a conversar com você que me ignora! Vou ler! Sim! Isso mesmo! LER!!

Que lástima é perceber que o ser humano trocou o humano pelo eletrônico! 

Omnia Vanitas.

13 de novembro de 2014

Mulheres de Tinta ..

Al Buell - 1944
A Tight Draw
A Tight Draw

Hoje, enquanto eu procurava uma imagem na internet, me deparei com uma pin up. Acho essas mulheres muito charmosas e sensuais. Há muito tempo atrás, eu tinha vários arquivos com fotos dessas damas de tinta.

Então, decidi escrever sobre elas, hoje. 

Primeiro, anônimo leitor, "pin up" eram garotas que ficavam "penduradas" em uma parede. 

Várias mulheres famosas eram pintadas por artista que se utilizavam desta arte.  E, se a mulher atual acha que o photoshop é sua ruína, em 1910 as coisas não eram diferentes. Imagine que estas lindas pinturas, sem imperfeições, eram cobiçadas pela maioria dos homens e, você mulher comum, nunca chegaria naquela medida e seria frustrada com nossa veterana Marta Rocha. 
Elas seduzem com o rosto angelical e tímido e seu olhar inocente. Se, hoje em dia, as mulheres fazem "biquinhos" para fotos, isso não é criação delas - o imaginário masculino  desde sempre se utilizada dessas expressões para suas mulheres de tinta.
A inclinação do corpo, seu modo de sentar e olhar faziam de uma simples mulher um furacão. 
Uma das coisas que acho interessante é a mulher que servia de "inspiração", ou seja, aquela mulher simples que servia de base para a gravura.

Atualmente, essas deusas não perderam a majestade. 

 Dita Von Teese é uma representante forte desta classe clássica de mulheres de tinta. Pé pequeno, cintura fina, boca e olhos expressivos, deixa muito marmanjo "chorando" quando ela deixa os palcos. 

Artistas como a cantora Pitty e Katy Perry  também já brincaram de serem essas bonecas.

Porém, há outra forma de pin up que, talvez, não tenha tanta força como as demais, mas, mesmo assim, eu adorei o estilo. Chama-se Hilda.
Como não sei muito sobre ela, deixo uma reportagem que ajude você, leitor anônimo, e eu a conhecermos melhor essa incrível figura que é Hilda.

O estilo não caiu de moda. Muitas mulheres ainda se vestem neste estilo ou utilizam alguma peça do vestuário de uma pin up para expressar seu gosto por essa arte.

Deixo este link com as mais diversas formas que atualmente existe para estas mulheres de antigamente. Eu prefiro as clássicas com Al Buell, Rolf Armstrong, Edward D'ancona, Peter Driben, Gil Elvgren etc.


Omnia Vanitas




11 de novembro de 2014

Beatas..


Há situações nas quais eu prefiro, às vezes, nem comentar. Mas, hoje, estou com um espírito justiceiro a aflorar em minha pele. Então, anônimo leitor, caso não esteja sensível - leia meu desabafo, ou, caia fora e deixemos as coisas como elas estão.

Mas eu escreverei minha indignação.


Estava eu à vasculhar estas loucas páginas da internet quando me deparei com a publicação viral de que Dani Calabresa (humorista conhecida por estas terras) perdoou, publicamente, seu marido Marcelo Adnet (também humorista) pela traição que esta sofreu dele.

Cada qual faz o que quer da vida conjugal.

O que me deixou "revoltada" e me levou a "rebelar-me" contra a publicação e que, agora, manifesto aqui é:
porque nós, mulheres, somos OBRIGADAS à perdoar? Diga-me, leitor oculto!? Porque somos mulheres? Porque não temos pênis e sim uma vagina? Somos inferiores por causa do nosso sexo?

Mundinho hipócrita esse nosso, hein? Querem que sejamos "liberais" com nosso sexo e, depois, chamam-nos de "puta", "vadia", "fácil" ...porque nos damos a liberdade de transar com quem queremos.

Na verdade, esse mundo mascarado de moderno ainda está na idade medieva, ou pior, em tempos viquingues quando se trata de "condenar" a mulher. Antes, éramos bruxas, agora somos vadias. Não tente amenizar o valor torpe com novas palavras - a ideia é a mesma.

Imagine se fosse ao contrário. Imagine se fosse um homem traído. Perdão? Nunca! Porque homem é homem chuta a bunda da safada e sai para "pegar" outra. Isso é a atitude louvável de um Viking.

À nós, mulheres, cabe a vergonha, a cabeça baixa, o "perdão".

Não pense você, que sou contra o ato de perdoar. Não sou! Sou muito à favor, porém, me irrita o hábito de essa ação pertencer somente à mulher - como se fosse uma marca de como somos frágeis e dependentes de um homem. Engana-se, você, meu caro homem Viking que se esconde atrás da sua máscara de homem moderno: somos bem mais independentes do que vocês pensam ou julgam.

E, não me venha você, "religioso", falar em SUBMISSÃO e jogar a Bíblia para cima mim. Conheço a passagem bíblica que tanto os homens "fiéis" usam contra suas mulheres. Porém, se queres jogar a Bíblia na minha cara, eu digo... LEIA GÊNESIS: onde a mulher é idônea e não capacho. Ou melhor, deixe-me citá-lo, no contexto da submissão feminina, o que o Evangelho que tanto alisas para seus próprios prazeres, lhe diz sobre a obrigação masculina sobre a mulher.

Não sou à favor da traição ou contra o perdão. Apenas acho injusto e hipócrita que somente um lado da face de um casal seja OBRIGADA a perdoar, quando o outro lado não tem a mesma atitude.

Somos todos humanos e fadados ao erro. Em relacionamentos, a manutenção é mais complexa e árdua do que a conquista - sempre. Porém, não se esquive em desculpas mesquinhas para justificar a atitude contra o cônjuge.

Perdoar é bonito e manter um relacionamento,  em meio às "exigências" deste mundo decaído, é louvável.

Omnia Vanitas.

20 de junho de 2014

A Culpa é de Quem?




No mês de maio, uma amiga minha fez aniversário. Ela completou 14 anos. Eu a conheci através da mãe dela, que é minha amiga também. E, de presente pela passagem do seu aniversário, eu lhe dei o livro "A Culpa é Das Estrelas", de John Green.
Comprei e depois fiquei vendo alguns videos na net sobre a estreia do filme homônimo. E o danado do filme me interessou.
Logo que eu a presenteei, então, pedi que ela me emprestasse este livro - claro, depois que ela o lesse.

Ontem, durante a parte da manhã, ela trouxe o livro até a minha casa. Em meio a minha faxina louca, tirei um tempo para conversar com mãe e filha e, prometi, que começaria a leitura naquele dia mesmo.
Promessa cumprida! E, terminei a leitura, na madruga de hoje, às 02:07 da manhã. 

O livro é encantador e bem escrito. Tem uma leveza de sentimentos e ideias que eu não esperava. Foi difícil querer parar de ler. 

Gostei, também, que o autor coloco algumas referências - na edição que li - sem nota de rodapé. E, fiquei pensando, se todos entenderam essas referências. A que mais me chamou a atenção foi sobre a parte que ele o Verbo (Evangelho segundo João, capítulo 1, versículo 1). Não se todos entenderam o que representa esta comparação, mas, o Verbo é Cristo.

O livro é repleto de tiradas engraçadas, mesmo durante a "parte dolorida" da história. Fico pensando se todos os adolescentes têm esse humor ácido sobre si mesmo!

Deixo para vocês algumas partes que eu tirei um tempo para "refletir".

1) Quando Isaac faz uma cirurgia para extrair o outro olho (um ele já havia perdido para o câncer). Estava no meu sofá, e quando li a declaração dele ao grupo de "Apoio" sobre a operação. Fechei meus olhos e imaginei como seria ficar sem ver. Óbvio que é desagradavél visto que eu amo ler.
Ainda do Isaac, não culpo a namorada pelo fim do namoro. É doloroso e confuso para quem está do lado de fora da doença. Sim, é uma atitude covarde, mas a maioria de nós se afastaria de um relacionamento deste. 

2) É incrível como somos desagradáveis em "elogios" para com as pessoas que são "diferentes" de nós. Isso é injusto pois, sem dúvida, se estas pessoas fossem "normais" elas não teriam a metade da atenção: parece que gente saudável não merece compaixão. Uma pessoa com leucemia não escolheu o destino dela, como alguém que escolhe ou não fazer regime, exercícios, estudar etc. Foi imposto este fardo. E os saudáveis acham que isso é "bonito" e cobrem de elogios do tipo: "guerreiro", "lutador", "forte" etc. Então, eu chego na resposta da Hazel Grace para Lida: "troque de lugar comigo". Ela não quer ser "inspiração" para ninguém, ela não quer sobreviver, ela quer viver.

3) E a tal da morte? Feio. Ruim. Desnecessário. Humilhante. Será que sempre foi assim? Eu defendo, na minha tese de teologia, que a morte faz parte da vida do homem desde sua temporada no Jardim das Delícias, vulgo, Éden. Porém, após a queda, sem desfrutar da intimidade com Deus, a morte foi posta como obrigatória: "Terás que morrer". Sem compreender esta parte da ciência, o homem sofre com a morte biológica e, como acréscimo pelo afastamento do homem de Deus, a morte vem através da mão do próprio homem. 
A conta de Augustus é interessante. Para cada pessoa viva há quatorze mortos. Geograficamente, seria impossível habitar confortavelmente este planeta com tanta gente ao redor. Mas, com isso, não quero justificar Hitler, a bomba de Hiroshima e Nagasaki e outras catástrofes cometidas pela interversão direta ou indireta do homem. 
Mas a morte não deveria ser uma uma surpresa, não é mesmo? Se falarmos no contexto cristão (do qual compartilho), devemos concordar com o apóstolo Paulo quando ele escreve em sua carta: "Para mim o viver é Cristo e o morre é lucro". Mas o sofrimento, ah!, que canalha que ele é! 

4) Conforme a história é incrível como sofrimento redime qualquer ser humano. Sofre, e todos lhe amarão e serão compassivos com você. Na página que Hazel Grace visita, da primeira namorada do Augustus, há muitas frases "motivacionais" pré e pós morte. A morte tem esse poder, de curar a imperfeição que a pessoa tinha em vida. De repente, nada do que você de errado é levado em questão porque você morreu. Ninguém fala mal de morto. É uma grande hipocrisia não é mesmo? Só respeitamos quando a pessoa não está mais presente. Eu também me revoltei com as frases motivacionais no fim do livro. É de péssima qualidade mas é mais real do que imaginamos.

Bom, essas foram as impressões que tive ao ler este livro. Gostei bastante. Recomendo a leitura.

Omnia Vanitas.



24 de abril de 2013

Amanda Knox Strikes Back..




Vejam só quem apareceu! A senhorita Knox voltou à midia! Estava com saudade de ter alguma notícia dela. E, pelo que li, ela está com um livro saindo do forno! Lembro que, logo após sua absolvição, ninguém quis tomar partido para publicar a história dela. Porém, algo mudou e Amanda teve sua biografia carcerária publicada. Eu não vejo a hora de ter esta publicação em PTBR para poder estar nas entrelinhas desta trama policial que ainda não está resolvida, ao que parece!

Se você, leitor anônimo, não sabe quem é esta jovem, seu caso é simples e o Google resolverá. Vá em frente!


A estudante americana Amanda Knox, 25 anos, que foi absolvida pela Justiça italiana pelo assassinato da britânica Meredith Kercher, afirmou que sofreu assédio sexual durante os quatro anos em que permaneceu presa em Perugia, na Itália. Ela escreveu sobre os abusos em um livro, Waiting to be Heard ("Esperando para ser ouvida"), no qual conta sua experiência na prisão. A obra ainda não foi publicada, mas o jornal Daily Mail teve acesso a um manuscrito.

No livro, a americana fala que foi assediada por um guarda da prisão, por uma colega de cela e por um alto funcionário da prisão. O último teria perguntado a ela várias vezes :"quais posições você gosta mais?".

Amanda relatou que, em 2007, logo após ser presa, ela recebeu ordens de tirar a roupa e ficar com as pernas abertas em uma estação policial, enquanto um médico media sua vagina. Várias policiais testemunharam o episódio, disse a estudante.

"O médico examinou os grandes lábios de minha vagina e então os separou com os dedos para examinar os pequenos (lábios). Ele mediu e fotografou minhas partes íntimas", escreveu a jovem.

A americana também diz no livro que foi coagida a confessar a autoria do crime. Ela afirma que foi colocada em um quarto pequeno e estreito com até oito policiais que gritavam para ela: "você precisa lembrar! Você está mentindo! Pare de mentir".

Em 2011, Amanda Knox foi absolvida da acusação de homicídio, após recorrer por ter sido condenada em primeira instância dois anos antes. Entretanto, no final do mês de março, a mais alta corte criminal italiana anunciou o cancelamento da absolvição dela e do italiano Rafaelle Sollecito, e pediu um novo julgamento.

15 de abril de 2013

Idem..


Encontrei essa reportagem no FB e decide aderir à ideia.

Até o final deste ano, estarei disponibilizando uma caixa desta em meu bairro. Escolherei um ponto estratégico, comprarei (e aceitarei doações) livros em geral e semearei boa cultura.

Deixo, agora, a reportagem extraída da página Viciados em Livros.

Tenham um bom dia!

Omnia Vanitas.


Olha que projeto legal! LITTLE FREE LIBRARY!

Apesar do tamanho exíguo, a ideia é grandiosa. Inaugurada em 2009 nos Estados Unidos, a intenção da Little Free Library é, como diz o nome, ser uma pequena biblioteca de graça, onde os livros circulam livremente. É uma biblioteca de bairro: pode ficar dentro de um café, por exemplo, ou no quintal de casa. A condição é que a casinha, feita com material reaproveitado, sirva como ponto de partida e de chegada de obras literárias.

O projeto, que inicialmente almejava algo em torno de 2.500 pontos, deslanchou. Se em 2011 os criadores Todd Bol e Rick Brooks festejavam a marca de cem bibliotecas, em 2013 viram o número extrapolar para seis mil, somando um total de dois milhões de livros trocados em mais de 32 países.

No Google Maps, há um mapeamento de todas as coleções registradas, incluindo três na África (bit.ly/JDzl7o). Na América do Sul, ainda não há nenhuma. A estimativa é que, seguindo esse ritmo, até o fim do ano o projeto alcance impressionantes 25 mil registros.

As pessoas que doam seus livros são encorajadas a escrever um pequeno bilhete apresentando o conteúdo. E os leitores seguintes, de preferência, devem adicionar suas impressões ao papel. A ideia é que a seleção seja formada por “títulos preferidos” — incluam-se aí romances e histórias infantis — e também por ensinamentos práticos, como manuais.

Para cadastrar uma biblioteca na Little Free Library em sua cidade, é preciso pagar uma licença no valor de US$ 35. O preço cobrado pela casinha varia, mas no site (littlefreeli brary.org.) há instruções completas para se construir uma (aí sim, de graça), usando elementos recicláveis e resistentes. A criatividade cuida do resto.


Fonte: O Globo - 12/04/13 - Por Alice Sant’anna

5 de abril de 2013

Precioooso..

Adivinhem o que eu estava fazendo? FUÇANDO A NET haha E achei essa reportagem toda sinistra e interessantíssima no site de O Globo em 02/04/2013.

Segue:


Anel exposto em palácio inglês foi inspiração para J.R.R.Tolkien escrever “Senhor dos Anéis” e " O hobbit’.
Segundo historiadores, essa peça romana foi amaldiçoada pelo dono.

A destruição de um anel que governa todas as criaturas da Terra (Média, no caso) é o que move a aventura de Frodo Bolseiro no clássico “O Senhor dos Anéis”. A fantástica história de J.R.R.Tolkien e também sua predecessora, “O Hobbit” - na qual Bilbo Bolseiro encontra o temível anel -, podem ter sido influenciadas por um anel de verdade. A peça entrou em exposição nesta terça-feira (2) no palácio rural The Vyne, em Hampshire, na Inglaterra.

O anel é tão largo que só pode ser usado com uma luva por cima do dedo. Feito com 12g de ouro, ele tem um desenho e a seguinte inscrição em latim: “Senicianus vive bem com Deus”.
Segundo historiadores, o anel foi encontrado em 1785 por um fazendeiro em um local próximo ao vilarejo Silchester (invadido por Roma e abandonado desde o século 7). Mesmo não havendo registros, os pesquisadores acreditam que o fazendeiro tenha vendido a joia à família Chute.
Décadas depois, na cidade de Lidney, em Gloucestershire, uma tábua foi encontrada no local conhecido como Monte do Anão. Nela, havia uma maldição escrita por Silvanus, que informava ao deus Noden que seu anel tinha sido roubado. O romano sabia quem tinha cometido o crime e desejava que o deus o punisse: “Sobre aqueles que levam o nome de Senicianus, não dê saúde até que ele traga o anel de volta ao templo de Nodens”.
- É particularmente fascinante ver uma evidência física do anel de Vyne, ligado a (história feita por) Tolkien, associada a uma maldição - contou Lynn Forest-Hill, da instituição "The Tolkien Trust", ao jornal britânico "Guardian".
Ao que as evidências indicam, Tolkien estudou esta história quando ainda era professor na Universidade de Oxford, e dois anos depois lançou "O hobbit". A primeira edição do livro e uma cópia da maldição estão expostas junto com o anel romano.

27 de janeiro de 2013

Sofrimento de Massa..


Hoje, mais uma tragédia se transformou em vírus. O episódio triste que ceifou muitas vidas no Estado do Rio Grande do Sul se alastrou por todas as mídias.
Eu não sou indiferente ao sofrimento deles; realmente, é uma catástrofe o que houve porém, uma repulsa é inevitável quando ouço, leio e vejo que todos resolveram "sofrer" também.
Sem conhecimento de causa nenhum, somente uma necessidade explícita e ignorante de querer fazer parte de uma massa de "sofredores" se alastrou pólvora e julgamentos, sem conhecimento ínfimo, preenchem todos os espaços livres e gratuitos das redes de comunicação.
Eu desafio você a abrir uma página de relacionamento e não ler, no mínimo, um absurdo sobre o assunto, um sensacionalismo ou uma fé ignorante que está recheando e contribuindo para a propagação de besteiras sobre o tema.

Sofrimento, sério? Eu acredito no sofrimento das pessoas que passaram por essa situação, ou alguma perda semelhante; outros estarão "sofrendo" até que a matéria deixe de ser a coqueluche do momento e sejam levadas por outro vento que preencherá suas vidas e mídias fúteis.

No mais, podemos apenas orar pelos enlutados.

Omnia Vanitas

Os Meninos da Rua Paulo - Prefácio

  Olá, abandonado leitor!  Comecei neste final de semana a leitura de "Os Meninos da Rua Paulo". Ainda não cheguei na página 50, a...