12 de março de 2015

Autour de La Lune ..



Nota: todas as palavras em caixa alta são correções feitas pelo meu professor.
Merci beaucoup, Professeur Vilaz ;)

C'est la première fois que j'écris en FRANÇAIS ici. Ça va, j'ai écrit quelques mots avant. Mais, CETTE publication c'est totalement DIFFÉRENTE PARCE QU' ELLE est completement en FRANÇAIS.

J'ai lu UN livre de Jules Verne QUI s'appelle "Autour de La Lune" - DANS MA lecture de dimanche. J'ai TROUVÉ super!

Jules verne fut UN visionnaire. Il a IMAGINÉ DES choses QUI que seulement DANS UN future l'humanité A PU penser. Et, il A RENDU LE mode PLUS amusant.
Verne A UTILISÉ TOUTES INSTRUCTIONS D'ASTRONOMIE pour CONDUIRE des lecteurs autour de la Lune. SI vous, mon cher lecteur, CONNAISSEZ quelque mots de la science astronomique - c'est déjà très bien! Mais, SI vous ne CONNAISSEZ  pas, À LA fin DU livre, vous trouvez L'explication DES mots INCONNUS pour les personnes MORTELLES.

Pardon! J'AI OUBLIÉ de dire que le livre est une PETITE  édition DE L'oeuvre originale. Ma lecture est pour lecteurs DÉBUTANTS inicial. MON niveau est 1: il y a  DE 400 a 700 mots. Il y AVAIT  600 mots DANS LE livre que je lisais.

Ça va, continue...

Synopsis:
"Le 1er décembre 186.., trois hommes courageux, s’embarquent dans une projectile em direction à La Lune. Après le choc du départ, ils commencent enfin leur véritable voyage. Quelles découvertes vont-ils faire? Quelles aventures vont-ils vivre? Pourront-ils revenir sur Terre?"


Je pose une question: deux chien allaient avec les trois hommes. Oú SONT les chiens? Le traducteur, je pense, n'aime pas de chien parce il N'ÉCRIT RIEN sur eux: seulement QU'ils EMBARQUAIENT avec les hommes DANS  leurs projectile.

Bien...
Ils allèrent dans le projectile par voyager dans l'espace cideral. Ils virent étoiles, le soleil et de la Lune. CE voyage a été TRANQUILLE, aller C'était FACILE; la question QUI N'A PAS DE reponse est: comment retourner? Les trois hommes NE SE SONT PAS PRÉOCCUPÉS. La patience est une VERTU. Mais, ils RETOURNENT la Terra (QUI A LA FORME D'UN croissant géant).

Ça va... Je termine ici cette publication. Ce sera LA PREMIÈRE de beaucoup D'AUTRES!

9 de março de 2015

A Diplomacia de Elinor Dashwood - parte 3


Terceira e última postagem sobre “A Diplomacia de Elinor Dashwood”.

Um breve resumo: Elinor Dashwood descobre que o homem que ama (havendo reciprocidade no afeto) está noivo, há quatro anos de Lucy Steele. Quem conta a “novidadade” é a própria senhorita Steele – pois tem noção que Edward está “derretido” pela filha mais velha da senhora Dashwood. Mas Elinor, depois de uma breve reflexão, não se permite abater e resolve “confrontar” os sentimentos da rival para com Edward. Eu acho isso desgastante pois Edward Ferrars nunca será Mr. Darcy ou Mr. Thorton (este último pertence à obra de Elizabeth Gaskell, Norte e Sul). E, mesmo assim, conseguiu que duas mulheres se apaixonassem por ele. Paciência!

A arena está armada. Lucy e Elinor estão dividindo a mesma mesa de trabalho e iniciam o “duelo”. Elinor começa:
Em tom firme, no entanto cauteloso, Elinor começou:
- Eu não mereceria a confiança com que a senhorita me honrou se não sentisse desejo de falar ou se não tivesse alguma curiosidade a respeito do segredo que me contou. Portanto, não pretendo me desculpar por voltar a falar nele.
- Muito obrigada - agradeceu Lucy, emocionada por quebrar o gelo. Assim agindo, a senhorita aqueceu meu coração, porque fiquei com medo de tê-la ofendido com o que lhe disse na segunda-feira.
- Ofendido, a mim! Como pode supor uma coisa dessas? Acredite-me - e Elinor falava com verdadeira sinceridade -, nada poderia estar mais longe disso, não devia nem mesmo passar por seu pensamento. Tem por acaso algum motivo para pensar que sua atitude não seria honrosa e lisonjeira para comigo?
- No entanto, devo confessar-lhe - havia nos olhos de Lucy um brilho repleto de significado - que sua reação foi um tanto desagradável, fria, o que me causou desconforto. Tive certeza de que ficara zangada comigo e me penitenciei várias vezes desde então por ter tido o atrevimento de perturbá-la com meus problemas. Mas estou contente por saber que se tratou apenas de impressão minha, que a senhorita realmente não me censurou. Se soubesse como foi grande o consolo que encontrei ao dar alívio a meu coração contando-lhe o que eu vivia pensando a cada momento da minha vida, sua compaixão teria sobrepujado tudo o mais, tenho certeza.

Conversa vai e Elinor “planta” uma sementinha de dúvida na ignorante Lucy:

(...) Seria lamentável, sem dúvida, se essa força da recíproca dedicação falhasse, como costuma acontecer com muitas pessoas depois de permanecer firme durante quatro anos de compromisso sob várias circunstâncias.

Ao ouvir isso, Lucy ergueu o olhar para Elinor que, no entanto, permanecia exercendo cuidadoso controle para não deixar que algum tipo de expressão conferisse qualquer conotação suspeita as suas palavras.

Lucy retruca:

- Edward me ama - afirmou Lucy. - Ele pôde prová-lo pelo teste que foi a nossa longa separação, desde que ficamos noivos, e saiu-se tão bem dessa dolorosa provação que seria imperdoável se eu agora duvidasse de seu amor. Posso tranqüilamente dizer que ele jamais me deu motivo algum de alarme, desde o começo.

Elinor não sabia se devia sorrir ou suspirar diante daquela declaração.

E, depois de ouvir mais algumas insanidades de Lucy, a heroína declara para si:

- Tudo isso é muito bonito mas não pode enganar a qualquer uma de nós.

Depois de Lucy afirmar – e Elinor ter certeza – que a mãe de Edward nunca aceitaria a união dos noivos “secretos”, a senhorita Dashowood confronta a pobre senhorita Lucy:

- Qual é a sua perspectiva? Ou não tem nenhuma, a não ser esperar pela morte da sra. Ferrars, que é uma triste e chocante decisão? O filho dela está disposto a submeter-se a isso e ao assustador tédio de anos de espera, no qual a senhorita estará envolvida, em vez de correr o risco de desagradar à mãe, dizendo-lhe a verdade?

Lucy fica sem muita criatividade para responder, exceto especulações aqui e ali, pois vê-se que o “casal” não está em sintonia quanto ao “quando” a união acontecerá. A esperta Lucy não quer que seu “amado” perca os direitos como filho mais velho – ou seja, nada pior, para ela, do que viver com um homem que não lhe dará benefícios financeiros ajustados a sua vontade. Essa “vontade” fica clara para Elinor, que é sensível ao perceber que o “amor” de Lucy depende de algumas cifras.

Mas a apaixonada senhorita Steele não perde a oportunidade de alfinetar sua rival da seguinte forma:

- Creio que o mais acertado seria acabar com toda essa confusão rompendo o noivado. Estamos cercados de dificuldades por todos os lados e elas vêm nos tornando infelizes há muito tempo. Talvez venhamos a ser mais felizes se terminarmos... Não quer me aconselhar, srta. Dashwood?
- Não. - Elinor fez a recusa com um sorriso que ocultava sentimentos muito agitados. - Sobre esse assunto, com certeza não irei dar-lhe conselhos. Sabe perfeitamente que minha opinião nada irá significar para a senhorita, se não estiver de acordo com seus desejos.
- Está me julgando mal - declarou Lucy, com ar solene - Não conheço ninguém de quem eu respeite mais a opinião do que a senhorita e penso, de fato, que se me dissesse: “Eu creio que romper o noivado com Edward Ferrars será melhor para a felicidade de ambos", eu o faria imediatamente.

Corando diante da falta de sinceridade da futura esposa de Edward (...)

Parabéns, Edward Ferrars, você conquistou uma cobra como esposa!

Elinor descobriu com quem estava lidando, que tipo de índole esperava seu amado em sua sociedade conjugal. E, para finalizar este tema, eu concluo com a decisão de Elinor sobre o assunto “Lucy Steele e Edward Ferrars”:

Desse dia em diante, Elinor nunca mais tocou no assunto e toda vez que era mencionado por Lucy - que jamais perdia uma oportunidade de fazê-lo, preocupando-se de informar sua confidente sobre a felicidade de ter recebido uma carta de Edward -, era tratado com calma e prudência por Elinor, que o colocava de lado assim que a boa educação o permitia. Ela considerava essas conversas uma indulgência que Lucy não merecia e que era perigosa para si mesma.

A Diplomacia de Elinor Dashwood - parte 2


Continuando a escrever sobre “A Diplomacia de Elinor Dashwood”, eu dividi o capítulo vinte e três em algumas partes. Em cada parte eu pretendo mostrar toda a sutileza desta heroína ao “confrontar” sua ignorante rival depois que esta declarou, de modo tosco, um guerra fria ao bom senso de Elinor. A primeira, chamo de...

A Reflexão de Elinor Dashwood:

Ainda o primeiro parágrafo do capítulo vinte e três, Elinor está convencida do amor de Edward por ela e do erro que ele cometeu ao firmar noivado com a senhorita Lucy:

(...) Não se tratava de ilusão ou de vaidade de sua parte: era certo que Edward a amava. E esta certeza lhe fazia tanto bem ao coração!

Não sei sua opinião, quieto leitor, mas eu tenho algo a declarar sobre Elinor: ela é consciente do seu valor! Entre ela e Lucy era impossível haver dúvida de quem era mais cara ao apático Edward. É Elinor a preferida, a amada. É Elinor a melhor companhia, conversa e risada. Lucy Steele foi um erro e logo seria descartada (chupa essa, Lucy!).

Mesmo nesta certeza do amor de Edward, Elinor não se imporá entre ele e a sua noiva. Ele não confrontará o Sr. Ferrars na questão: “Ou ela ou eu”. Ela não fará escândalo algum, apenas chorará, não por ela [Elinor], mas por ele – pois sabe que ele será infeliz ao lado da jovem senhorita Steele. Que mulher superior!

A outra divisão neste capítulo eu nomeei como ...

A Estratégia de Elinor...

Mas Elinor não deixará barato e irá confrontar, de maneira diplomática, os sentimentos de Lucy para com Edward. Fazendo essa análise, ela obteria informações suficiente sobre a força ou fragilidade daquele compromisso de Edward e Lucy.

Apesar de ter sofrido muito durante a primeira conversa que tivera com Lucy sobre o penoso assunto, Elinor logo passou a sentir o premente desejo de renová-la, por muitos motivos. Queria ouvir novamente os muitos detalhes sobre o noivado deles, queria compreender com maior clareza o que Lucy sentia de fato por Edward, queria ver se havia sinceridade nas declarações dela ao dizer que o amava e, o principal, queria convencer Lucy, pela brevidade com que voltaria a falar a respeito e a calma com que mencionaria os fatos, de que não tínha nenhum outro interesse por Edward a não ser amizade e que temia ter deixado dúvidas a esse respeito devido a sua involuntária agitação durante a primeira conversa que haviam tido sobre esse assunto. Era muito provável que Lucy estivesse com ciúme dela; ficara claro que Edward falara a seu respeito com palavras elogiosas, não só pelo que Lucy lhe dissera, como também pela pressa demonstrada em confiar nela depois de conhecê-la havia tão pouco tempo e, depois de um relacionamento tão superficial, por contar-lhe um segredo que considerava muito importante.

Pobre e apática Lucy.

Elinor precisava esperar pela oportunidade e saber usá-la de forma adequada para não levantar suspeitas das outras pessoas, ou seu plano falharia antes de ser posto em prática. Neste caso, quanto menos soubessem mais certo certo seria o sucesso da empresa.

A oportunidade chegou. Em outra reunião em Barton Park, Elinor, de maneira paciente, aguarda o momento oportuno para ficar a sós com sua “amiga” e “confidente”.

Lucy fica destinada a terminar um cesta para a pequena Annamaria, filha mais nova da dona da casa, ficando, desta forma, fora da roda “animada” de cartas. Essa é a oportunidade de Elinor e ela é perfeita.

Marianne, ignorando o plano da irmã, acaba prestando um favor boníssimo para Elinor ao se negar jogar cartas e preferir tocar piano. Um grupo se forma para os jogos e Lucy se afasta para terminar sua cesta. Elinor, de maneira estratégica, se desculpa por não participar da mesa de jogos, pois prefere ajudar Lucy a terminar a cesta.

Então, a senhorita Dashwood possui o ambiente perfeito: a companhia da Lucy somente para ela, uma mesa distraída de carteado e a música de Elinor que “abafa” a conversa íntima das duas mulheres de Edward Ferras – cara! Ele nem merece isso tudo! Não sei o que Elinor viu nele, mas paciência!

(...) com um pouco daquela diplomacia que Marianne jamais concordaria em conceder, jogou, ganhou e agradou (...). Lucy fez-lhe lugar à mesa com grande disposição e as duas rivais pouco depois encontravam-se lado a lado à mesma mesa, unidas pela harmonia da execução de um trabalho em comum. Ao piano, Marianne empolgou-se com sua música e seus pensamentos (...). Então, a srta. Dashwood concluiu que, com todo aquele barulho, poderia conversar com Lucy sobre o assunto que tanto a interessava sem que corressem o risco de serem ouvidas na mesa de jogo.

A Diplomacia de Elinor Dashwood - parte 1


Lendo Razão e Sensibilidade desde o segundo dia do mês de março, estou cada vez mais encantada com essas duas mulheres.

Já mencionei neste blog minha defesa à favor de Marianne Dashwood, agora, neste post eu quero declarar toda a minha admiração por Elinor Dashwood e a sua diplomacia.

Desde sábado, enquanto lia mais e mais, eu percebi que Elinor estava longe de ser um garota sem sal ou conformada. Elinor Dashwood é uma exímia diplomata. Ela não promove guerras ou discussões, mas promove a aquieção de ânimos exaltados e ações inadequadas ao momento.

No capítulo dezenove, ela se irrita com Edward Ferrars (seu amor). As atitudes dele com ela são incógnitas que Elinor não compreender. E, ao invés de procurar a autopiedade ou a condenação prévia à Edward. Lê-se:

Apesar de desapontada, aborrecida e às vezes desgostosa com o modo de agir instável que ele apresentava em relação a ela, sentia-se disposta a considerar o conjunto das atitudes de Edward com a cândida boa vontade e o generoso apreço que sua mãe demonstrara ter para com Willoughby, apesar desse cavalheiro ter feito com que ficasse triste e preocupada.

E, para que não pensem que Elinor era uma garota sem coração, a despedida de Edward não lhe deixou de ser sentida. Ela representa esse espírito moderno que não se permite abalar além do necessário. Elinor Dashwood jamais choraria suas mágoas em redes abertas de internet e páginas de relacionamento. Seus sentimentos lhe pertenciam e a ninguém – além daqueles que julgava necessário comunicar – declarava o estado que se encontrava sua alma. Este é o bom senso de Elinor. Assim que Edward partiu, ela reagiu de um forma muito moderna:

Elinor sentou-se a sua mesa de trabalho assim que Edward saiu do chalé e manteve-se ocupada o dia inteiro; não evitava ouvir ou falar no nome dele; mostrava-se mais interessada do que nunca nos problemas gerais da casa e da família. Se bem que não diminuísse seu sofrimento agindo dessa maneira, pelo menos evitava que sua mãe e as irmãs fossem inutilmente sobrecarregadas com mais uma preocupação provocada por ela.

Nada de comentários depressivos ou jargões românticos de baixo calão: Elinor prefere a privacidade.

Agora, permita-me, anônimo leitor, sair do capítulo dezenove e ir para o capítulo vinte e dois.

Neste capítulo, ainda amando o quieto, tímido e depressivo Edward Ferrars, Elinor conhece duas irmãs muito chatas! Sim, pelo amor de todas as coisas boas, as senhoritas Steele são duas garotas muito sem graça, ignorantes e hipócritas que se julgam “animadas”. Anne é o nome da mais velha e Lucy a mais nova. Entre as conversas que acontecem em Barton Park (ponto de encontro da pequena sociedade das mulheres Dashwood), Lucy descobre, através da tagarelice da senhora Jennings, que Elinor possui um admirador de sobrenome “Ferrars”. As antenas de vinil da jovem senhorita Steele se alarma e ela procura estar mais próxima de Elinor para “abrir seu coração” – garota sínica! E, neste capítulo em especial, a minha heroína descobre que a patética senhorita Lucy Steele está noiva de Edward Ferrars. Deixe-me descrever esta apática senhorita Steele nas palavras de Elinor:

Lucy era inteligente, esperta; em geral, seus comentários eram procedentes e divertidos. Tratava-se de uma companhia que Elinor considerava agradável por meia hora. Os dotes naturais de Lucy não haviam recebido o reforço de uma boa educação; ela era ignorante, iletrada e a deficiência de qualquer aperfeiçoamento mental, a falta de informação a respeito dos assuntos mais comuns, não podiam passar despercebidos da srta. Dashwood, a despeito da constante atitude da jovem Steele para demonstrar vantagens. Elinor percebia, e sentia pena dela por isso, o desperdício de habilidades que uma boa educação tornaria excelentes. Mas também via, com menos impulsos generosos, a falta de delicadeza, de retidão moral e de integridade de opiniões que era demonstrada pelas atenções, pela bajulação e dissimulação, enfim pelo modo que a moça agia o tempo todo que passava em Barton Park. E Elinor era incapaz de sentir satisfação na companhia de uma pessoa que unia absoluta dissimulação com ignorância, cuja falta de instrução impedia que conversassem em pé de igualdade e cuja conduta para com os outros demonstrava uma atenção e deferência que revelavam completa ausência de respeito por si mesma.

Elinor não é de ferro nem de pedra. Ficou abalada com a declaração da “amiga” e, conhecendo o caráter de Edward e de Lucy, conclui que seu amado estava em mãos lençóis. Mas, não se abateu mais do que necessário, pois precisava averiguar a veracidade da informação declarada por aquela barata morta da Lucy Steele. Deixou a garota falar tudo o que lhe convinha falar. Analisou suas frases, o olhar que lançada sobre ela [Elinor] após cada informação dada. Elinor, impassível, absorvia cada momento e sabia que Edward não poderia amar uma mulher como Lucy Steele. Ela, Elinor, era superior àquela que, nem de longe, poderia ser chamada de “rival”.

Mas era verídico, o estúpido Edward havia firmado noivado com Lucy Steele fazia quatro anos. E, no capítulo vinte e três, houve a revanche daquele encontro, pois Elinor não deixaria passar barato aquela situação.

6 de março de 2015

Carta...



Terminando a sexta- feira com a surpresa de, ao chegar em casa, ter uma carta do clube de leitura me esperando!
Parei tudo o que tinha planejado para responder esta missiva!!!

Omnia Vanitas!

Os Meninos da Rua Paulo - Prefácio

  Olá, abandonado leitor!  Comecei neste final de semana a leitura de "Os Meninos da Rua Paulo". Ainda não cheguei na página 50, a...