18 de outubro de 2012

Obras Fantásticas..

Estava fuçando a net, e vejam que coisa maravilhosa encontrei.
Uma reportagem da Globo.com sobre  mosteiro que foi construído na Índia. Perfeito!




Nem sempre enchente é sinônimo de desgraça. Na época das chuvas, o já impressionante Monastério Phuktal ganha um toque a mais de beleza, com uma queda d’água entre suas construções. As águas não ameaçam as casas de barro e madeira, que estão lá desde o século 12. O monastério é habitado por cerca de 70 monges budistas, que escolheram viver reclusos. O local é aberto para visitação de turistas, mas só é possível chegar escalando o penhasco de 3.850 metros de altura, para garantir que o templo continue isolado do resto do mundo.

O monastério fica na boca de uma caverna em Ladakh, no norte da Índia. Locais como este são considerados sagrados no budismo e é dito que a água que passa por lá tem propriedades de cura. Fora da temporada de chuvas, há apenas uma fonte dentro das rochas, que abastece os monges.

A maioria dos visitantes é de budistas tibetanos, que fazem peregrinação no monastério. Lá, eles encontram habitações simples e recursos precários, mas também quatro salões de reza com afrescos na parede e no teto, além de uma grande biblioteca.




1 de outubro de 2012

À Toa..


Êita! Que mês mais "intro" foi Setembro!

Fiquei no casulo o mês inteiro. Por mais que digam que "não", eu acho que estou ficando arrogante. Não pode ser somente o mês ou a passagem dos astros. Sinto algo em mudança. Vejo meu comportamento tomando um rumo diferente; mesmo que alguns hábitos ainda sejam os mesmos.

A primeira mudança que notei foi na minha literatura. Nunca fui muito "culta", estilo: "vou comprar somente tão aquela literatura mais cult". Porém, percebi que não tolero mais qualquer tipo de literatura. Não gosto de ler estilos de massa ou pop (como os atuais vampiros).
Outra coisa que notei foi sobre os programas de televisão. Não gosto de ficar conversando sobre programações que são "povão". Admito, assisto programas de televisão aberta, mas eles são minha distração e não a base para um estilo de vida ou aprendizado. Não filosofo sobre esses assuntos, não busco alguma "sabedoria" nesse tipo de coisa. Eles são, para mim, somente um momento de relaxamento - sem qualquer pretensão de ser relevante. Portanto, qualquer conversa "séria" que gire em torno desse tipo de situação, fico incomodada e não entro neste tipo de discussão banal.

E, em setembro, foi bem pior. Sai pouco. Conversei pouco. Li muito e pensei mais ainda.

Algumas companhias não me apetecem mais; evito-as. E acho isso o fim. Que tipo de "crescimento" é esse que me separa de pessoas que antes eu adorava estar em companhia. Que tipo de monstro sou eu que me acho "melhor" do que os outros.
Sempre pensei que ao buscar mais conhecimento e informação eu poderia me tornar algo melhor. Que pena,  pois algum momento eu segui por um caminho errado.
Não sou melhor que alguém, sei disso. Porém, estou me separando por achar que sou.

Paciência, terei que mudar esse caráter arrogante e pretensioso e voltar àquela esquina que segui errada.




22 de setembro de 2012

Vela Caseira..


Hoje foi dia de arte na cozinha! Fiz esta linda vela com alguns materiais que eu já tinha em casa. Por isso, ela foi batizada de "Vela Sustentável".

Abaixo, a lista dos materiais que encontrei:

- velas pequenas de aniversário (40 unidades usadas);
- dois vasinhos de cerâmica pintados previamente;
- duas panelas velhas que minha mãe colocou na "gaveta do esquecimento";
- duas forminhas de pão de queijo;
- vaselina com óleo;
- parafina em flocos;

A confecção começou com uma das panelas com água e a outra vazia dentro daquela cheia. Depois, fui quebrando em pedacinhos as velas de aniversário e jogando dentro da panela vazia. Retirei o pavio antes de colocar na panela. Porém, o barbante pode ser retirado depois, sem crise.

Depois de quebrar as velas, deixei-as derreter em banho maria. Os pavios que ficaram eu retirei com um pedaço de bambu - porém, pode ser usado uma colher de pau.

Quando as velas derreteram, adicionei um pouco da parafina em flocos para dar uma liga, afinal, sangue novo é bom. A quantidade foi uma colher rasa - lembrando que são as 40 velinhas de aniversário.
Eu tinha dois vasinhos de cerâmicas (já pintados) em casa. Fiz um furo com um prego pequeno no fundo, para poder passar o pavio que retirei das velinhas.
O vasinho é maior que o pavio, por isso, fiz um nozinho para unir duas unidades do barbante. Fiz outro nó na ponta de um dos pavios para ficar no fundo do vasinho. Vi, em alguns sites, que somente uma fita adesiva no fundo do vaso é suficiente para prender o pavio. Não para mim, pois a cera vazou toda pelo furo e perdi cera - bom, perdi não porque coloquei de volta na panela depois de previamente seca; porém, houve uma meleca para limpar. Então, meu conselho é fazer um nozinho que tampe o furo; e o estrago não será tão grande.
E como fazer o danado do pavio ficar em pé quando a cera for despejada??
Que loucura! Eu pirei para achar uma solução. Fiz da seguinte forma:
como o pavio era comprido em relação ao vaso (depois que eu emendei uma unidade à outra), eu encostei o danado do barbante no canto do vasinho até que formou uma camada seca na parte de cima do vaso. Então, coloquei o pavio no centro do vaso e dei duas ou três sopradinhas e PUZT!, ficou centralizado e lindo; e, deixei secar sozinho.

As forminhas de pão de queijo eu usei para deixar no fundo do vaso, pois, querendo ou não, um pouco de cera sempre passa pelo furo do barbante.

Depois de um tempo, a cera assenta e será preciso adicionar mais um pouco de cera líquida para deixar plana a vela. Repete-se o problema do barbante.

E fim! Minhas duas velas sustentáveis ficaram prontas!

Omnia vanitas!

19 de setembro de 2012

Cantava na ignorância



Enquanto esperava a água do chá esquentar, li os ingredientes listados, no fundo da caixa, para entreter. E, lá, está escrito: folhas e talos de erva-mate tostados (ILEX PARAGUARIENSIS).

Cara, eu, simplesmente, tenho paixão por Engenheiros do Hawaii e NUNCA tive a noção que essas duas palavrinhas ILEX PARAGUIENSIS é o nome científico para "erva-mate".

Eu sei, muitas vidas serão transformadas com essa descoberta!

Já que isso aconteceu, deixo a letra da música aqui também.

Omina Vanitas :)

ILEX PARAGUARIENSIS (Humberto Gessinger)


Hoje eu acordei mais cedo
Tomei sozinho o chimarrão
Procurei a noite na memória... procurei em vão
Hoje eu acordei mais leve (nem li o jornal)
Tudo deve estar suspenso... nada deve pesar
Já vivi tanta coisa, tenho tantas a viver
Tô no meio da estrada e nenhuma derrota vai me vencer
Hoje eu acordei livre: não devo nada a ninguém
Não há nada que me prenda

Ainda era noite, esperei o dia amanhecer
Como quem aquece a água sem deixar ferver
Hoje eu acordei, agora eu sei viver no escuro
Até que a chama se acenda
Verde... quente... erva... ventre... dentro... entranhas
Mate amargo noite adentro estrada estranha

Nunca me deram mole, não (melhor assim)
Não sou a fim de pactuar (sai pra lá)
Se pensam que tenho as mãos vazias e frias (melhor assim)
Se pensam que as minhas mãos estão presas (surpresa)

Mãos e coração, livres e quentes: chimarrão e leveza
Mãos e coração, livres e quentes: chimarrão e leveza

... ilex paraguariensis...
... ilex paraguariensis...


16 de setembro de 2012

Entrevero Gaúcho..




Hoje, pela primeira vez, arrisquei cozinhar um entrevero.
Eu achei uma delícia mas, como foi a primeira experiência, farei algumas alterações para deixá-lo com um sabor mais particular.

Fiquem com a receita original. Ao final da receita, estarei listando as minhas alterações.

ENTREVERO GAÚCHO

Ingredientes:


  • 200g de Bacon picado em cubinhos
  • 200g de Paleta sem osso picada em cubinhos
  • 200g de carne de lombinho de porco picados em cubinhos
  • 200g de carne de coração de galinha
  • 200g de Linguiça cortada em pedaços não muito pequenos
  • 200g de carne de frango picadas em cubinhos
  • 1 Cebola média á grande picada
  • 1 pimentão vermelho picado
  • 1 Tomate medio á grande picado
  • Meio copo de Molho de Soja
  • 3 colheres de azeite de oliva
  • 4 pães massinha "estilo pão de xis"
  • Maionese à gosto
  • Queijo em fatias (4 à 8 fatias)
  • 4 folhas de alface
Modo de Preparo: 

Aqueça bem uma panela e uma frigideria. Acrescente 3 colheres de azeite na panela. Na panelas adiciona-se a cebola e o pimentão. Na frigideira acrescenta-se 1/3 do bacon e os corações de galinha. Deixe fritar bem até assar o coração. Depois acrescente os corações e o bacon fritos à panela dos legumes. Na frigideira acrescenta-se então mais 1/3 do bacon a carne de porco e a linguiça. deixe assar. Após assado acrescente a linguiça o porco e o bacon que estão na frigideira na panela dos legumes.
Coloque para fritar na frigideira agora o restante do bacon juntamente com a carne de frango e a carne de gado. Após fritos acrescente esses inngredientes na panela dos legumes.
Agora acrescente o Tomate juntamente com o molho de soja na panela dos legumes. Deixe cozinhar por alguns minutos (2 à 3).
Abra os pães passe a maionese acrescente uma ou dus fatias de queijo a seua escolha, coloque uma folha de alface e recheie com a quantidade desejada de entrevero!

Do meu jeito:  Eu troquei o pão pelo arroz comum.  Não utilizei o alface, nem para decoração. Não usei coração de galinha porque não gosto desta iguaria. Adicionei uma cenoura média e uma pimenta vermelha (madura o suficiente) pequena. Eu não usei o óleo para fritar: fritei, em fogo baixo, um pouco do bacon e utilizei essa gordura para untar a frigideira.
AINDA: ao invés de fritar e despejar em uma panela, eu farei do seguinte modo: fritar cada carne em separado e, no final, misturá-las na panela depois de fritar a cebola e o tomate. Claro, alho é lei e rei! Então, após o uma fritada em tempo médio nas carnes, acrescentar a pimenta, o pimentão e a cenoura.
Esse será meu entrevero à la Adelita Olbrisch!
Omnia Vanitas



Os Meninos da Rua Paulo - Prefácio

  Olá, abandonado leitor!  Comecei neste final de semana a leitura de "Os Meninos da Rua Paulo". Ainda não cheguei na página 50, a...