14 de fevereiro de 2014

Presentão! ..



Esta foi a grande surpresa da semana!!!

Em plena segunda-feira, eu cheguei do trabalho e encontrei uma caixa enooorme com este box dentro! Foi maravilhoso! Foi uma sensação muito boa de ser querida por alguém!

Eu estava relutante em comprar essa saga, por dois motivos:

1 - é uma saga (ninguém sabe onde isso pode parar!)

2 - Stephen King está vivo! - motivo porque a saga pode ser interminável!

Mas, enquanto eu pensava, alguém decidiu por mim! ISSO NÃO É MARAVILHOSO??? Siiim!!


Claro, eu ainda não tirei desta embalagem, nem o farei tão cedo, pois toda essa coisa de ler um saga exige muito de mim! (rs). Talvez eu não leia em sequencial, mas intercale com outras leituras. Mesmo assim, ainda não é hora de tirar do plástico! (rs)


Omnia Vanitas!

Mais Livros ..


Ontem, mais alguns livros chegaram! Foi um mês de muitas compras e presentes inesquecíveis!

Com o Presley estão:

- As Virgens Suicidas (Jeffrey Euginedes) - compra efetuada através da Estante Virtual
Estava procurando por esta obra fazia muito tempo, porém, o preço estava salgado demais! Dia 29/1 eu encontrei este livro por R$8,00 + frete = R$ 11,89. Sem piscar, comprei-o!

- O Fio da Navalha
- Dramas na Malásia - compra feita no Sebo do Messias (virtual). Depois de ler "O Véu Pintado" eu ensaiei mais algumas compras deste autor - William Somerset Maugham. Compulsiva como sou, comprei duas obras que casam com o mesmo dono de "O Véu Pintado" :)

- O Sertanejo (José de Alencar) - adquirida, também, no Sebo do Messias. Esta obra foi uma recomendação de um estranho enquanto eu estava lendo dentro do ônibus - a caminho do dentista. O rapaz percebeu que eu estava lendo "Lucíola" e, logo que eu fechei o livro, ele chamou minha atenção e disse, em meio a nossa conversa breve "Leia O Sertanejo! Você vai gostar". Ok! Está comprado e, um dia, lerei (rs). Talvez, por justiça, eu leia "Guerra dos Mascates" antes, pois já está mais tempo na minha prateleira!

Omnia Vanitas.

As Pontes de Madison


Comprei este livro, hoje.

Em uma das conversas que tenho com outras amantes de leituras, encontrei alguém que já leu este livro e recomendou a leitura à mim! Esquecida na memória, hoje, estava lendo um post de um blog da Jane Austen, uma moça nomeou este livro como um dos romances que ela gostou de ler.

Foi um sopro na palha..comprei o livro "As Pontes de Madison", da Ed. Relume na Estante Virtual! Deixei para trás "O Vento pela Fechadura" do Stephen King para adquirir esta obra. Estou com o coração partido, mas é preciso escolher! (rs)

Omnia Vanitas.

7 de fevereiro de 2014

Jane Austen..





Eu estava olhando o site do Sebo do Messias, e vejam só que lindo o que eu achei!
Algumas das obras de Jane Austen em inglês.

Infelizmente, eu não tenho essa capacidade de leitura - nem o dinheiro para pagar por ela: R$ 960,00.

Eis as obras que compõem esta "venda":

Títulos das Obras: 

Volume I - Sense and Sensibility - 298 páginas 

Volume II - Pride and Prejudice - 287 páginas 

Volume III - Mansfield Park - 309 páginas 

Volume IV - Emma - 315 páginas 

Volume V - Northanger Abbey and Persuasion - 328 páginas 

Volume VI - Lady Susan - The Watsons - A Memoir - Letters - 331 páginas



3 de fevereiro de 2014

Deus é Cruel


Eu não sei como começar este post. Eu não sei como definir o livro "Desespero" de Stephen King.
Mas, deixem-me dizer-lhes minha primeira impressão quando conheci David Carver: problema.
Eu o vi assim porque é muito comum encontrar comentários bizarros para as experiências de fé que o personagem David viveu. Mas Stephen King me surpreendeu em larga escala.

David Carver é o filho mais velho de Ralph e Ellen Carver. Seu melhor amigo se chama Brian Ross.

Certo dia, enquanto David estava em casa, acamado, Brian sofre um acidente. Ele é arremessado contra a própria casa por um carro que estava sendo conduzido por um homem embriagado.
Sentindo-se na obrigação de visitar o amigo, mesmo Brian estando em coma, ele pediu permissão para seus pais e para os pais do amigo, para visitar o menino no hospital.

David pegou a mão do amigo. Estava surpreendentemente fria e frouxa na sua, mas ainda viva. Dava para sentir a vida nela,funcionando como um motor. Apertou-a delicadamente e sussurrou:

— Como vai indo, bandidão?

Nenhuma resposta, só o som da máquina que fazia Brian respirar, agora que o cérebro tinha fundido a maioria de seus fusíveis.

Eu chorei muito com esta história de lealdade entre os meninos. Senti por David o estado de Brian.

Depois de deixá-lo, voltou para a casa. Decidiu caminhar até o "Posto de Observação Vietcongue" e teve sua primeira conversa com Deus.

David abriu os olhos e a tarde o bombardeou com o crepúsculo, o brilho vermelho-dourado de novembro. Tinha as pernas dormentes dos joelhos para baixo e se sentia como se acabasse de despertar de um sono profundo. A simples beleza revelada do dia o surpreendeu, e por um momento teve uma grande consciência de si como parte de
alguma coisa inteira — uma célula na pele viva do mundo. Retirou as mãos dos joelhos, virou-as e as estendeu.
— Faça com que ele melhore — disse. — Deus, faça com que ele melhore. Se fizer, eu faço alguma coisa pro senhor. Ouço o que o senhor quer e faço. Prometo.

Depois deste trecho eu pensei: "Vai dar merda, Capitão". Mas eu estava enganada.

Stephen King não é um cara "espiritual". Então, eu não entendo como ele conseguiu escrever um livro tão "cristão".

Bom, depois que seu amigo saiu do coma, diagnosticado como um milagre - pois não ficou nenhuma sequela, David resolveu procurar um reverendo da sua cidade para conversar sobre aquilo que viveu em relação à cura de Brian. Então, depois de David "aprender" a orar - e fazer isso três vezes ao dia - ler a Bíblia (completa, apenas pulando genealogias e coisas do gênero), ele descobriu que "Deus é Cruel". Essa foi a conclusão de David - que continuou orando, agradecendo, ouvindo Deus e lendo a Bíblia.

Fora durante um jogo de beisebol sem som entre os Indians e o A’s que David ficou ruminando sobre a história de Moisés e a água da pedra. Depois de algum tempo, ergueu os olhos da tela da TV e disse:
— Deus não é muito clemente, é?
— Sim, na verdade é — disse o reverendo Martin, parecendo um pouco surpreso. — Ele tem de ser, porque é muito exigente.
— Mas é cruel, também; não é?
Gene Martin não hesitou.
— É — disse. — Deus é cruel.

Foi em uma das vezes que ele estava lendo a Bíblia que um policial (muito estranho) parou o furgão onde ele estava com a família e acabou sequestrando todos.

Toda a história acontece porque alguns mineiros resolveram cavar fundo demais. King parece gostar de "espíritos indígenas" - talvez porque seus descendentes mataram todos os nativos americanos, não sei! - e havia um fresquinho em Desespero. "Tak", como é denominado, possui os corpos de algumas pessoas que considera "saudável". Foi o caso do policial que abordou a família de David na Rodovia 50.
Presos na delegacia da cidade de Desespero, os Carver descobre que não são os únicos que estão e passaram por aquela situação.
E é nesta situação que David ora. Ele ouve o que Deus tem a lhe dizer e pratica o que ouve. De forma milagrosa ele escapa por entre as grades da cela. Acerta a mira contra um lobo que tenta atacá-lo, expulsa os outros lobos que estão cercando o local para onde fugiram depois da fuga da cadeia. Agradeceu e houve multiplicação do alimento enquanto estava refugiados no cinema abandonado. E David sabia e aprendeu que o crédito não era dele. Certa vez, conversando com o reverendo Martin, ele ouviu a história de Moisés quando ele tomou para si o milagre da água na rocha.

Você não sabia por que era errado assumir o crédito pelo restabelecimento de seu amigo, mas não precisava saber. Satanás tentou você, como tentou Moisés, mas neste caso você fez o que Moisés não fez, ou não pôde fazer: primeiro compreendeu, depois resistiu.

Toda a cidade de Desespero estava tomada por um espírito chamado "Tak". Ele havia possuído algumas pessoas, antes de possuir o policial que sequestrou a família de David e os outros personagens envolvidos. E, todos sabiam que David era especial e através de David aprenderam a orar e confiar.

Entendem como esta espiritualidade é estranha em Stephen King. Eu pareço narrar uma história de um livro escrito para pessoas do meio cristão, mas não é (rs).

Por fim, depois de perder sua família (pai, mãe e irmã), David se depara com um milagre (que me levou às lágrimas):

— É um passe de DISPENSADO MAIS CEDO de minha escola, lá em Ohio. No outono passado, eu o enfiei num prego numa árvore e deixei lá.
— Uma árvore lá em Ohio. No outono passado. — Ela olhava-o pensativa, os olhos muito arregalados e parados.
— No outono passado!
— É. Assim, eu não sei onde ele encontrou... e não sei onde guardava. Quando estava no paiol, fiz com que esvaziasse todos os bolsos. Tinha medo de que tivesse pego um dos can tahs. Não estava com ele naquela hora. Ele ficou de cueca, e não estava com ele.
— Oh, David — ela disse.
Ele balançou a cabeça e entregou o passe azul a ela.
— Steve saberá se é a letra dele — disse. — Aposto um milhão de dólares que é.


David,

Não deixe a múmia alcançá-lo.
João I, 4:8. Lembre-se!


Ela leu a mensagem rabiscada, movendo os lábios.
— Eu apostaria um milhão meu, se tivesse um milhão — ela disse.
— Você entende a referência, David?
Ele pegou o passe azul.
— Claro. João I, capítulo quatro, versículo oito. “Deus é amor.”


Os Meninos da Rua Paulo - Prefácio

  Olá, abandonado leitor!  Comecei neste final de semana a leitura de "Os Meninos da Rua Paulo". Ainda não cheguei na página 50, a...