20 de março de 2013

E eu sei que é amor..





Vejam que reportagem mais fofa!!!


O inglês Jack Potter não quer que sua esposa Phyllis esqueça o amor que os une há mais de 70 anos. Sabendo que Phyllis sofre de demência e falta de memória, o homem visita todos os dias a casa de repouso na cidade de Rochester, Inglaterra, e lê para ela o diário que guarda desde o dia em que se conheceram.
O inglês, de 91 anos, disse ao jornal Daily Mail Online que lembra exatamente do momento em que os dois se cruzaram, num baile. Foi em 1941 (casaram em 1943) e no diário escreveu: “Foi uma noite muito agradável. Dancei com uma garota muito legal. Espero encontrá-la novamente”.Esses e outros momentos, como o casamento, as férias, as fotografias e todos os momentos partilhados a dois, estão nesse diário que Jack faz questão de ler para sua esposa demente. Apesar de debilitada, Phyllis se esforça para abraçar o marido. Eles festejaram 70 anos de casamento.

Fonte: clique aqui.

5 de março de 2013

Novela real..


Está é uma novelinha que eu gosto de acompanhar, quando possível! E, por ser uma novela de época, algumas curiosidades reais se misturam e compõem a ficção; como a reportagem abaixo que está no site da novela LADO A LADO, na Globo.com.


Acuada, Constância (Patrícia Pillar) é capaz de tudo para impedir que Laura (Marjorie Estiano) denuncie um esquema de corrupção no Judiciário do qual a megera faz parte - Constância "comprou" o promotor do processo movido por Isabel. Para isso, ela chega ao limite da razão e interna a própria filha em um sanotório. A autora Cláudia Lage conta que esse momento dramático foi inspirado em histórias reais e serve para mostrar o quanto muitas mulheres sofreram, apenas por sonharem com novos horizontes. Confira a entrevista:
Na época, era comum mulheres serem internadas em sanatórios simplesmente por contrariarem seus pais ou maridos? Isso aconteceu com mulheres que se destacaram pelo trabalho intelectual, no jornalismo, por exemplo?

Cláudia Lage - "Era uma prática comum no século XIX, que perdurou até meados do século XX. Na pesquisa que nossa pesquisadora, Luciane Reis, fez pra gente, os prontuários dos médicos eram impressionantes. As justificativas para a internação parecem inverossímeis aos olhos de hoje. 'A paciente apresenta grave obsessão por livros', 'desprezo pela família', 'excitação sexual nervosa', 'recusa em ter filhos'. Um dado notável é que boa parte das pacientes nos sanatórios eram mulheres que haviam estudado além do estipulado para as mocinhas na época, que só aprendiam o suficiente para ler, escrever e fazer contas. Elas foram além, fizeram o curso normal ou ainda eram normalistas, dedicavam-se ou não ao magistério, mas eram mulheres com o intelectual acentuado, com interesses sociais e profissionais, que fugiam à ideia do casamento e da maternidade como o único destino possível. Não que não quisessem se casar e ter filhos, mas buscavam também a realização pessoal fora da família. Foram tantas mulheres que passaram por isso, a maioria anônimas, que os seus nomes só chegaram a nós por meio de suas tristes histórias, já que todo o impulso delas de independência foi sufocado pelos familiares, o pai ou o irmão, ou pelo marido, que tinham a autorização para interná-las mesmo contra a vontade. Quer dizer, eles tinham o poder de julgar e decidir se suas esposas, irmãs e filhas eram loucas ou não, e interná-las caso assim desejassem. Do mesmo modo, só eles, ou uma junta médica, podia tirá-las do sanatório, ou deixá-las para sempre lá, como foi o caso de muitas".

No sanatório, Laura vai contar com a ajuda de uma interna. Essa personagem representa alguma dessas mulheres que queriam mais da vida?
Cláudia Lage - "Laura vai conhecer no sanatório uma interna, a Judite, que, como ela, não tem nenhum problema psiquiátrico e também foi jornalista quando mais jovem. Inspirada em muitos casos reais, que vimos na pesquisa, Judite foi internada pelo próprio marido e esquecida no sanatório. Quando Laura chega, ela já está lá há 11 anos. A personagem ganhou esse nome, Judite, em homenagem a um texto da escritora Virgínia Woolf, no qual fala que se Shakespeare tivesse tido uma irmã tão talentosa quanto ele, ela nunca teria as mesmas oportunidades, e nunca se tornaria uma grande dramaturga. Virgínia batiza essa irmã fictícia de Judite. Enquanto Shakespeare ia para a universidade, Judite ficava em casa descascando batatas, por imposição dos pais. Essa irmã de Shakespeare, criada pela Virgínia Woolf, simboliza todas essas mulheres repletas de potenciais e de desejos, todos refreados e sufocados pela mentalidade sexista da sua época".
Constância vai ter alguma crise de consciência depois dessa maldade? Ela vai perceber que passou dos limites?

Cláudia Lage - "Constância vive de acordo com os próprios princípios. Ela justifica os atos mais cruéis como um sacrifício pelo bem e pela reputação da família, e fará o mesmo com a internação da Laura. Para ela, a filha passou dos limites ao querer ser uma jornalista profissional, somando a isso a matéria que Laura vai escrever sobre a corrupção no judiciário e a decisão de depor como testemunha da Isabel. No sanatório, a mãe leoa, que, apesar da vilania, ama a filha, dará lugar à mãe cruel e devoradora, que não aceita que o filho reja o próprio destino".

28 de fevereiro de 2013

Chiquinha Gonzaga..



Reportagem: Terra.

Há 88 anos, o Brasil perdia uma das maiores contribuidoras musicais e figura marcante no cenário dos direitos humanos: Chiquinha Gonzaga. Francisca Edwiges Neves Gonzaga foi a primeira compositora da música popular brasileira, autora de duas mil composições e abolicionista. Nasceu no dia 17 de outubro de 1847, na cidade do Rio de Janeiro.

Aos 16 anos, ela foi forçada pelos pais a se casar com um oficial da Marinha Mercante, Jacinto Ribeiro do Amaral, com quem teve três filhos: João Gualberto, Maria do Patrocínio e Hilário. Abandonou-o por um engenheiro de estradas de ferro, de quem logo se separou, e sobrevivia como professora de Piano.

Com o fim do casamento, Chiquinha entrou em contato com o meio boêmio carioca. Mas uma mulher separada no século XIX era uma aberração na sociedade, e Chiquinha pagou um preço alto. Foi expulsa de casa por seu pai que, a partir daquele momento, renegou sua paternidade. Levou consigo apenas o filho mais velho, João. Maria foi criada pela avó materna e Hilário, por uma tia.

Em 1877, estreou como compositora com a polca Atraente, que foi publicada pela editora de Joaquim Antonio Calado, amigo que a ajudou a ingressar no universo musical. Com ele formou uma dupla que foi precursora do choro ou chorinho. Como maestrina, a estréia aconteceu com a opereta A Corte na Roça, em 1885.

Ao lado da carreira de maestrina, compositora e pianeira, dedicou-se também às campanhas abolicionista e republicana. Chiquinha vendia suas músicas de porta em porta e, com o dinheiro obtido, libertou o escravo Zé da Flauta. Após a abolição da escravatura, compôs um hino em homenagem à princesa Isabel. Na campanha republicana, protestava contra a monarquia em locais públicos, utilizando-se do seu prestígio para propagar a idéia.

Chiquinha é a autora da primeira marcha carnavalesca do País, Ô Abre-Alas, composta em 1899. Faleceu em seu apartamento no Rio de Janeiro aos 87 anos de idade, no dia 28 de fevereiro de 1935, antevéspera de Carnaval.

Medalha
A Medalha Chiquinha Gonzaga, da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, é concedida todo ano às personalidades do sexo feminino que tiveram destaque, seja em áreas artísticas, culturais ou humanitárias.

Homenagens, séries e filmes
Em 1999, a Rede Globo exibiu a minissérie Chiquinha Gonzaga. Regina Duarte interpretou a compositora e a elogiou, dizendo ser uma mulher "extraordinária e de pulso firme". No filme Brasília 18%, quem deu vida à Chiquinha foi Bete Mendes. Malu Galli a interpretou no filme O Xangô de Baker Street, baseado no livro de Jô Soares.

Chiquinha Gonzaga também recebeu homenagens de escolas de samba. No ano de 1985, quem fez um tributo foi a Mangueira, com o enredo Abram Alas Que Eu Quero Passar. Em 1997, foi a vez da Imperatriz Leopoldinense, com o samba Eu Sou Da Lira, Não Posso Negar.

Casarão
Em 2010, um fogo destruiu o casarão em que viveu Chiquinha Gonzaga. O imóvel estava abandonado, e já havia sido usado como sede do Arquivo Nacional de Teatro. O imóvel de dois pavimentos servia de abrigo a invadores.

Leitura Passageira



Essa reportagem do site da Unimed é, exclusivamente, para mim, que adoro ler nas exaustivas (porém, rentáveis) viagens de ônibus:



Faça um teste e tire um livro da bolsa para ler no ônibus. Pode ser que demore um pouco, mas é praticamente fato que algum passageiro, por boa vontade, diga para você: "ler no ônibus faz mal para a vista porque ele balança o tempo todo e pode descolar a retina". Há também quem diga que ler no metrô é melhor que a primeira opção, pois a pista tem menos desnivelamentos que o asfalto.

De acordo com André Souza Soares Maia, oftalmologista especialista em doenças da retina, "todas estas crenças não passam de mito". "O máximo que a pessoa pode ter é enjôo e dor de cabeça com leitura no trânsito. O risco de descolamento de retina de quem está lendo é o mesmo de quem não está. Pode acontecer caso ocorra uma freada brusca e se a pessoa tiver uma lesão predisponente", completa.

Segundo o médico, o descolamento da retina é normalmente um desdobramento de lesões, trações e/ou micro-roturas predisponentes, que podem evoluir com infiltração ou descolamento na retina, especialmente quando ocorre um trauma na cabeça. "Este impacto pode fazer com que os olhos se movimentem de uma forma muito brusca. É por isso que vários lutadores de boxe e jogadores de futebol são propensos a terem este transtorno e precisam fazer um exame chamado mapeamento de retina, pelo menos, uma vez ao ano", explica.

Outro grupo que possui chances de descolar a retina são os míopes, conta André Souza Soares Maia. "Eles também precisam se consultar, anualmente, mesmo que não apresentem os sintomas de lesão, que são flashes luminosos e pequenos pontos que se movem no campo visual", afirma.

Pessoas acima de 60 anos também tendem a apresentar problema e devem fazer um controle periódico. "No caso delas, o descolamento acontece devido a alterações que se espera encontrar nesta idade, fazendo com que a retina sofra modificações que podem predispor ao deslocamento", esclarece Maia. Ele acrescenta que entretanto, “é necessário ter em mente que todos estão sujeitos a alterações da retina, mesmo os que não se enquadram nestes grupos".

Quando ocorre de fato o descolamento da retina, o principal sintoma é a perda súbita de uma parte do campo visual superior, inferior ou lateral e nasal. “A única forma de tratar o transtorno é por meio de uma cirurgia e a recuperação depende da extensão da área afetada e do tempo levado para procurar atendimento médico especializado”, diz André Souza Soares Maia. De acordo com o oftalmologista, se o problema for tratado em uma semana e/ou não atingir a área central, as chances de recuperação são boas. Se for entre três e quatro semanas e/ou não atingir a área central, são razoáveis. No entanto, se passar de quatro semanas, são ruins. "Em alguns casos nem operamos o paciente, pois a relação risco X benefício não compensa", afirma, salientando a importância do acompanhamento: "a prevenção através do exame é bem mais simples que a cirurgia. Se o paciente tiver lesão predisponente, haverá condições de tratá-lo e deixá-lo seguro, zerando a possibilidade de descolamento".

26 de fevereiro de 2013

O apetite sexual de Mr. Darcy



Esqueça os vampiros pois eles são coisas do passado.
A onda agora é escrever sobre as mais variadas formas de atos sexuais. Mas por favor, não se limite ao "best seller" Cinquenta Tons de Cinza pois indústria da literatura de massa está gozando livros desta estirpe em todas as livrarias.

Meu gosto literário não me dá prazer para ler a aplaudida obra de E.L.James porém, não pude deixar de lado a paródia feita por Emma Thomas: CINQUENTA TONS DE SR. DARCY.
Eu ainda não inicie a leitura, mas já ri bastante lendo algumas páginas aleatórias.
Lady Catherine dominatrix? hahaha É hilário!
O vocabulário é chulo e grotesco - o que nunca sairia dos belos lábios educados e apaixonados do verdadeiro Mr. Darcy, mas é justamente esse inevitável comportamento que torna impossível o riso fácil.

A vida sexual de Mr. Darcy - o eterno Senhor Perfeito de todas as austenianas - em uma versão muito divertida.



Logo que eu ler, estarei fazendo um post mais conciso. Este foi somente para conter a excitação. ;)

Omnia Vanitas.

Os Meninos da Rua Paulo - Prefácio

  Olá, abandonado leitor!  Comecei neste final de semana a leitura de "Os Meninos da Rua Paulo". Ainda não cheguei na página 50, a...