16 de julho de 2012

Bobby Singer



Aah! Já que estou assistindo como se fosse a primeira vez a sexta temporada de Sobrenatural, deixa eu ressaltar o episódio dedicado ao meu querido mentor Bobby Singer.

Eu já mencionei ele em outro post, mas quero registrar esse também em sua homenagem! Bobby Singer merece ! Só não merecia morrer, na minha opinião que pouco importa aos autores da série! ;)

Bobby Singer, você mora no meu coração!

Tudo é vaidade!

My Baby!



Eu sou louca pela série Sobrenatural! E nesta sexta13 eu tive a felicidade de receber meu box com as 6 temporadas da série! Terminou a sétima, virá a oitava ... mas o que importa é que eu tenho as 6 temporadas ORIGINAIS comigo!

Como toda fã em expoente exagerado, eu não abri todas as temporadas. Somente a sexta está rodando no meu blu-ray, pois, como diz meu cunhado, é necessário todo um ritual para abrir todas as outras caixas. Simplesmente, quero abrir - não funciona comigo.

E como a sexta temporada foi aberta, é preciso ser vista!

Aaaah! Eu assisti até o episódio seguinte ao que o Sam teve sua alma inserida no corpo pela Morte! E, lembre-se Sam, não arranhe o muro ;)

Mesmo louca pelos meninos, o caçula em especial, é o Impala 67 que comanda o seriado!
Sou apaixonada pelo ronco do motor, pelo barulho do carro sempre que os meninos entram ou saem dele!

O Impala fez muita falta na sétima temporada!

Baby - como Dean o chama, pois trata o carro melhor às mulheres que teve - já foi possuída algumas vezes, roubada, batida, consertada, esteve em clip musical e tudo mais.

Em uma das cenas que gosto do carro, deixo essa da sexta temporada embalada pelo clássico do Deep Purple:  Smoke on the Water

10 de julho de 2012

Estilo de Vida



Achei essa reportagem no Terra e adorei!

Quanto custa nos libertarmos de nossas pequenas vaidades: um batom que não queremos emprestar, um perfume, um livro (eu me encaixo nessa), uma roupa etc.
Queremos adquirir mais e mais sem pensar se será útil ou não! Ter! Ter! Ter!
O mundo diz que "ter" é melhor que "ser".
Parafraseando uma reportagem que li: pode-se adquirir um modelo novo de celular a cada ano só para estar "na onda".
Consumismo mais do que precisamos.

Essa alemã teve uma coragem imensa: DOAR! Doar tudo e ficar somente com a roupa do corpo.
Usamos de demagogias das mais diversas para justificar nosso consumismo!
Eu, às vezes, olho para minha estante de livros e me pergunto: é necessário?

Que possamos, a cada dia, nos libertarmos das pequenas ninharias que estão ao nosso redor. Comecemos com as pequenas e então seremos capazes de fazermos sacrifícios maiores!

Aproveitem a reportagem!


Você se atreveria a se desfazer de suas posses mais valiosas e enfrentar a vida sem um tostão no bolso? Foi precisamente isso que a alemã Heidemarie Schwermer fez há 16 anos. Ela disse à BBC que este estilo de vida só lhe trouxe felicidade.
Cansada da vida que levava como professora e psicoterapeuta, e preocupada com a quantidade de pessoas sem-teto que via em seu país, ela decidiu se lançar na aventura de viver sem dinheiro. Schwermer, 69 anos, tinha previsto que a experiência se prolongaria por um ano, mas pouco depois de começar, percebeu que não conseguiria voltar atrás.
"Foi uma grande libertação", diz, lembrando como deu de presente tudo o que tinha, incluindo seu apartamento. "O melhor é a sensação de abertura. Não sei o que acontecerá à noite, nem na manhã do dia seguinte. Não sinto medo, e sim uma grande curiosidade."
No início, Schwermer começou trocando coisas: oferecia seus serviços - desde limpar casas até ajudar as pessoas com problemas pessoais - em troca de teto e comida. Agora ela diz que não se trata exatamente de trocar, mas simplesmente de compartilhar.
"Dou o que quero dar e me dão o que eu preciso", explica. Deste modo, ela supre as necessidades mais básicas. A roupa que veste é dada pelas pessoas com quem convive e os gastos restantes - desde a comida e o transporte - são pagos por seus anfitriões.
O que ela lhes dá é de ordem espiritual. "Não são coisas materiais, e sim a minha presença. Muita gente tem problemas ou está sozinha. Eu os escuto e os ajudo a pensar sobre o que querem fazer com suas vidas."
De conversa em conversa
Na prática funciona mais ou menos assim: Schwermer recebe convites de pessoas de diferentes lugares do mundo que a querem receber e seus anfitriões enviam a passagem para que ela possa chegar lá. Organizações, instituições e grupos também a convidam a dar palestras e seminários sobre seu modo de vida particular.
Para isso é preciso ter muitos amigos, ou pelo menos muitos convite, mas ela tem todas estas coisas de sobra. Graças a uma entrevista que deu a uma emissora de rádio anos atrás, o nome da ex-professora tornou-se conhecido na Alemanha. Outras entrevistas na televisão e diversas matérias em jornais e revistas popularizaram ainda mais sua imagem e seu projeto.
O interesse por Schwermer cresceu até se transformar em três livros que ela escreveu - cujos lucros, como era de se esperar, ela doou a organizações de caridade e terceiros - e no documentário Living without money (Vivendo sem dinheiro, em tradução livre), que já foi exibido em 30 países.
Alguns sustentam que ela é um "parasita" e que não lhe falta dinheiro porque vive com o que é dos outros. Muitos moradores de rua também não conseguem se identificar com uma mulher de classe média que não tem nada porque simplesmente não quer.
"É verdade que são os outros que ganham salários para pagar o que eu como, mas eu também trabalho todos os dias. Faço coisas para as pessoas. No mundo ocidental há muitas pessoas que se sentem isoladas, e eu as ajudo com minha presença. Posso ser uma mãe, uma irmã, uma amiga, o que precisarem", defende-se a alemã. "Quem diz isso é porque vive no velho sistema, mas tudo vai mudar."
E quando chegar a velhice? O que acontecerá quando sua companhia deixe de ser uma ajuda e um consolo para transformar-se em um fardo? "A velhice? Mas eu já sou muito velha! A verdade é que não penso nessas coisas. Quando o problema se apresentar, a solução também se apresentará", conclui Schwermer, rindo.

7 de julho de 2012

Quando o Inverno chegar ...


Chocolate Quente para dias frios (ou não)
(rende 4 xícaras)

Ingredientes:
1 e 1/2 copo cheio de leite semi desnatado
3 colheres de sopa de cacau em pó
3 colheres de sopa de açúcar baunilhado
1 colher de café de canela em pó
2 colheres de sopa de creme de leite
5 amêndoas picadas ou laminadas para enfeitar

Modo de Preparo:
Numa panelinha junte o leite, o cacau, o açúcar e a canela e mexa até levantar fervura. Assim que levantar fervura desligue e junte o creme de leite. Com um mixer bata o chocolate quente e distribua nas xícaras. Polvilhe com amêndoas picadas ou laminadas e sirva em seguida.

Bom Apetite!

Crédito da Receita: Blog Figos e Funghis

5 de julho de 2012

Volta às Aulas!



Vou iniciar aulas de Hebraico Bíblico!

Estou muito feliz com isso: voltar a ocupar meus dias ociosos e melindrosos! Sair do ponto morto e dar a partida!!!!

Feliz início de aula para mim!

Tudo é vaidade!!

:)

Shalom

Os Meninos da Rua Paulo - Prefácio

  Olá, abandonado leitor!  Comecei neste final de semana a leitura de "Os Meninos da Rua Paulo". Ainda não cheguei na página 50, a...